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O que é Schema e qual a importância para o seu SEO?

2020.08.28 00:09 EvertonLuiz84 O que é Schema e qual a importância para o seu SEO?

O que é Schema e qual a importância para o seu SEO?

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A otimização de páginas web é um dos desafios que os profissionais que atuam na criação de sites profissionais enfrentam diariamente. Isso porque essa capacidade faz toda diferença nos resultados de qualquer negócio. Frente a isso, inúmeras soluções vem sendo desenvolvidas, tal como as estratégias SEO.
Mas, otimizar as páginas de um site em sua estrutura também é algo bastante importante e que o Schema oferece. Essa solução tecnológica atua criando descrições aprimoradas para as páginas de um site.Ao mesmo tempo que, gera códigos HTML automatizados. O que faz com que os mecanismos de pesquisas de buscadores como o Google, passem a interpretar de maneira mais assertiva seus conteúdos.
Dando maiores chances de ranquear ao oferecer contexto a esses mecanismos. Por isso, Schema Markup recebe a definição de um vocabulário ou código semântico. Pois, atua na melhor interpretação das informações e dados que uma pesquisa e seus resultados oferecem.
O desenvolvimento dessa espécie de microdados surgira da colaboração entre grandes empresas do setor tecnológico. Sendo elas, o Google, Yahoo, Bing e Yandex, quatro grandes buscadores da atualidade. Em resumo, sua aplicação tem por objetivo melhor situar tais mecanismos sobre como seu conteúdo/plataforma pode contribuir com as SERPs.
Informando-os sobre o contexto e significado de seus dados. Ao melhorar o ranqueamento, a consequência é um impacto positivo nos resultados de uma marca, gerando maior visibilidade e conversões.
Trazendo assim grandes vatangens para o SEO como, melhoria no rank e melhoria na experiência do usuário.
Fonte: https://bqhost.com.bblog/o-que-e-schema-qual-importancia-para-seo/
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2020.06.18 11:06 missyjewels Tendencias bisutería: Las gargantillas

Tendencias bisutería: Las gargantillas
El origen de las gargantillas o también llamadas en Inglés "chokers" se remonta a la antigüedad, tanto en Egipto como en tribus de Africa se utilizaban con diferentes significados, desde amuletos a adornos para las novias. También han sido usadas por las cl 0bases más altas de la sociedad desde el siglo XVIII hasta hoy día, han sido muchas reinas0 las que han sido inmortalizadas en cuadros con gargantillas de perlas, diamantes,etc..
Desde 2016 esta moda se ha extendido a toda las clases sociales y por todo el mundo, sólo hay que ver en Google el aumento tan significativo que tuvo durante ese año, llegando a multiplicar por 10 el número de consultas realizadas en el buscador, una señal clara de que las gargantillas vuelven a estar de moda.
Los collares cortos o gargantillas que ofrecemos están fabricadas en España con Plata de Ley y dos acabados diferentes, chapadas en oro o en rodio, metal que no se oscurece y tiene la propiedad de ser un metal hipoalergénico, por lo que es ideal para personas que tienen algún tipo de alergia la bisutería.
Las gargantillas para cumplan su función deben quedar pegadas al cuello, y como no todas somos iguales, lo perfecto es que se pueda regular la longitud y así se queden en la posición deseada. Que las gargantillas sean ajustables tiene otra ventaja, y es que puedes combinar varias gargantillas a diferentes alturas, y que hoy son tendencia.
Actualmente están muy de moda las gargantillas con colgantes de estrellas, discos, con cruces, con circonitas, esmaltadas de colores, etc... Aquí te dejamos los modelos que tenemos disponibles y que puedes comprar en nuestra tienda de bisutería.

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Todas las gargantillas que encontrarás en nuestra tienda son ajustables, así que no tendrás que preocuparte por la talla. Estas piezas de bisutería están teniendo muy buena aceptación para regalar, ya que te las enviamos envueltas para regalo, sin necesidad que lo solicites, con su cajita y con un precioso lazo, para que sólo tengas que entregarlo.
Y esto es sólo el principio, dentro de pocos días tendremos muchos más modelos de gargantillas que mostrarte. Y que podrás encontrarlas en la nueva sección que vamos a crear para recoger todos los modelos disponibles en la tienda. Si quieres estar informada y ser de las primeras en ver los nuevos choker, suscríbete a nuestro boletín de noticias. Además obtendrás un código de descuento para todas tus compras del 15%.
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2020.01.03 12:54 DawCrash Especulación sci-fi - Argentina es el escenario de una distopía, ¿cómo sería?

Dejen volar su imaginación. Si Argentina fuera el escenario de una distopía al estilo de Los juegos del hambre, o Fahrenheit o 1984 o alguna de esas... supongamos que pasan 500 o 1000 años después de los hechos que producen el cambio de régimen que empieza a producir esto (porque una distopía no se va a formar de la noche a la mañana, no?), y poco a poco se va perdiendo la identidad original del antiguo pueblo argentino, y ya no quedan habitantes originales ni nadie que tenga recuerdos de cómo eran las cosas antes... ¿qué pasaría con, digamos, los iconos culturales de la antigua Argentina? Por ejemplo:
No se tomen todo esto muy en serio, solo es especulación sci-fi, así que dejen volar la imaginación y no se preocupen si les parece que nada de esto tiene coherencia, la idea es nomas divertirnos especulando xD. No importa el cómo ocurrieron las cosas, solo importa el qué.
PD: antes de que me bardeen, usé el buscador y no encontré nada parecido, lo más parecido que encontré fue esa miniserie sobre una Argentina steampunk, y que creo que tiene 2 capítulos nomás
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2019.12.06 18:46 ebookrevenda Qual é um bom lugar para promover artigos?

Qual é um bom lugar para promover artigos?

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Olá, tem uma dica infalível para você que deseja promover o seu artigo para que Ele apareça nos buscadores como o Google, Yahoo e outro…
Utiliza um software chamado PCG programa classificados grátis, Esse é um software agregador de sites classificados grátis, cadastrado nesse programa tem mais de 200 sites de classificados grátis onde você pode anunciar, o programa serve para automatizar os anúncios quando você for divulgar algo, realmente é um excelente software, praticamente todos os anúncios que se faz usando essa ferramenta aparece nos buscadores.
Como usar o PCG programa classificados grátis para deixar o seu artigo no topo das buscas
A grande sacada aí está em após fazer o seu artigo postá-lo na maior quantidade possível de sites classificados grátis, de preferência utilizando o software PCG programa classificados grátis que tem alguns recursos mais para fazer com que seu artigo apareça nas buscas, você pode optar por fazer isso de duas formas,
1ª - Quando for anunciar em um site de classificados digitar um título atrativo pois geralmente o que aparece primeiro nas buscas são os títulos dos anúncios, Então sempre que fizer um artigo pense no título pois ao anunciá-lo É ele que vai aparecer nas buscas. Ao realizar a postagem no site de classificados usando o programa PCG coloque o título uma pequena descrição e o link do seu artigo;
Ou seja aqui na primeira opção podemos optar por postar o link do artigo e uma pequena descrição.
2ª - já na segunda opção você pode postar o texto de seu artigo em um site de classificados, geralmente alguns sites permitem postar outras linhas de texto, nesse caso obviamente você não vai poder postar todo o seu artigo no site de classificados, Porém na grande maioria dos Sites que estão no programa PCG você vai conseguir postar todo seu texto eu artigo. mesmo usando essa segunda opção sempre coloque o link do seu artigo assim ele vai aparecer nas buscas e ter mais visitas além das visitas do site de classificados logicamente.
Não sei se deu para perceber mas você terá visitas de duas formas, as visitas vindas diretamente do site de classificados grátis, e também as visitas vindas diretamente dos buscadores que vão indexar os seus anúncios assim como o Google e outros, podemos dizer que você mata dois coelhos com uma cajadada só.
Espero que minha resposta tenha sido adequada à sua pergunta e que você possa tirar algum proveito dela, fico muito grato caso possa me dar um voto positivo a essa resposta, desejo muito sucesso em suas divulgações de seus artigos, espero que consiga atingir os seus objetivos. abraços e até uma próxima oportunidade.
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decreto-lei no 2.848 de 7 de dezembro de 1940, artigos 33, artigos 33 ao 35 da lei no 8.112/90, artigos 37 a 41 da constituição federal, artigos 35, artigos 329 e 331 do código penal, artigos 30 e 31 da lei no 9.656 de 1998, 3 artigos dos direitos humanos, 3 artigos do eca, 3 artigos da constituição brasileira, 3 artigos de opinião, 3 artigos da constituição de 1988, 3 artigos da constituição de 1824, 3 artigos penais, 3 artigos definidos, 3 artigos da declaração dos direitos do homem e do cidadão, 3 artigos do tratado de versalhes, artigos 417 a 420 do código civil brasileiro, artigos 421 e 422 do código civil, artigos 482 e 483 da clt, artigos 479 e 480 da clt, artigos 495 e 501 do código de processo civil, artigos 4 ano, artigos 462 a 466 do código civil, artigos 457 e 458 da clt, artigos 467 e 477 da clt, artigos 487 iii b e 178 ii do cpc, 4 artigos dos direitos humanos, 4 artigos do eca, 4 artigos da constituição de 1824, 4 artigos definidos, 4.artigos 205 a 214 da constituição da república federativa do brasil, 4 artigos em espanhol, 4 artigos sobre, artigos 4 ano exercicios, artigos 4 ano fundamental, artigos 5° lx e 93 ix da constituição federal, artigos 59 e 611 § 1o da consolidação das leis de trabalho, artigos 586 a 592 do código civil, artigos 579 a 585 do código civil, artigos 544 e 557 do cpc, artigos 5 ano, artigos 5 da constituição, artigos 593 a 609 do código civil, artigos 53 ao 61 do novo código civil, artigos 5s, 5 artigos do eca, 5 artigos especificos do estatuto do idoso, 5 artigos do estatuto do idoso, 5 artigos da declaração universal dos direitos humanos, 5 artigos penais, 5 artigos criminais, 5 artigos do codigo de hamurabi, 5 artigos da constituição, 5 artigos definidos, 5 artigos da reforma trabalhista, artigos 6 ano, artigos 653 a 666 do código civil, artigos 647 e 648 do código de processo penal, artigos 6 da constituição federal, artigos 693 a 699 do código de processo civil, artigos 6o e 7o da lei 8.906/94, artigos 611-a e 611-b da clt, artigos 611 a 625 da clt, artigos 610 a 626 do código civil, artigos 682 a 692 do código civil, 6 artigos cientificos, artigos 6 e 7 da constituição federal, artigos 6 ano atividades, artigos 6 e 7 do cpp, artigos 6 e 7 da constituição, artigos 6 7 e 8 da constituição federal, artigos 6 cdc, artigos 71 e 77 e § 2o do art. 78 do decreto no 3.048, artigos 71 a 73 da lei 8.213/91, artigos 722 a 729 do código civil, artigos 719 e seguintes do novo código de processo civil, artigos 70 e 71 da ldb, artigos 70 a 75 da constituição federal, artigos 774 e 775 da clt, artigos 79 a 81 do código civil, artigos 736 e seguintes do cpc, artigos 7 da constituição federal, 7 artigos dos direitos humanos, 7 artigos penais, 7 artigos da constituição americana, 7 artigos mais cobrados da lei 8666, 7 artigos de festa, 7 artigos definidos, 7 artigos sobre, artigos 7, artigos 7 ano, artigos 847 da clt, artigos 827, artigos 818 da clt, artigos 827 e 835 do código civil brasileiro, artigos 835 e 838 do novo código civil, artigos 8 e 9 da resolucao 218/73 do confea, artigos 827 835 e 838 do código civil brasileiro, artigos 840 a 850 do código civil, artigos 818 a 839 do código civil, artigos 835 i e 854 do novo código de processo civil, 8 artigos dos direitos humanos, 8 artigos definidos, artigos 8 e 9 do confea, artigos 8 e 9 do crea, artigos 8 e 25 da convenção americana, artigos 8 da constituição, 8 tipos de artigos, artigos 927, artigos 991 a 996 do código civil, artigos 926 e 927 incisos iii e iv do cpc, artigos 98 e 99 do cpc, artigos 991 e 992 do código de processo civil, artigos 914 a 920 e 921 todos do código de processo civil, artigos 966 a 1195 do código civil, artigos 991 a 996 do novo código civil, artigos 941 a 945 do código de processo civil, artigos 982 e 983 do código civil de 2002, 9 artigos do eca, 9 artigos definidos, artigos 9, artigos 9 cpc, artigos 9 certos na administração de medicamentos, artigos 9 do decreto no 3.048 de 06/05/99, artigos 9 do ncpc, clt artigos 9, artigos 9.e 53.o do código do iva
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2019.12.05 14:04 ebookrevenda Trabalhando como freelancer eu posso ter um bom salário, quais as ferramentas que eu poderia usar?

Trabalhando como freelancer eu posso ter um bom salário, quais as ferramentas que eu poderia usar?

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Sim, trabalhando como freelancer você pode ganhar um bom dinheiro principalmente se fizer isso na internet, hoje temos online muitas ferramentas que podem te auxiliar em trabalhos desse tipo, sites onde você pode se cadastrar e revender produtos, sites de afiliados, dentre outros semelhantes.
Trabalho como freelancer desde 2009, é um mercado que a cada dia vem se tornando mais praticado pelas pessoas Até mesmo pelo fato de tanta facilitação, hoje temos formas de receber online muito simples como Mercado Pago, PayPal e outros meios de pagamento o que facilita muito as transações financeiras você pode enviar e receber dinheiro de uma forma muito fácil o que te permite comercializar coisas na internet de uma maneira totalmente simples, abaixo vou te mostrar algumas coisas que faço para ganhar um extra como freelancer, “ o que na verdade hoje já é minha fonte de renda principal”.

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Onde você pode trabalhar como freelancer iniciando agora seus trabalhos

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Eu sou cadastrado em algum site de revenda, dessa forma posso revender produtos que sejam de outras pessoas E ganhar comissões que chegam a 50% do valor de cada venda que realizar, o meu trabalho não é muito complexo não tenho que gerenciar nada e nem Fazer Entregas Pois tudo isso é feito por parte dos desenvolvedores, gosto de trabalhar com produtos digitais pois assim mesmo que eu corro devoluções, O que é normal nas vendas online, eu não tenho prejuízo algum, veja abaixo alguns sites dos quais faço parte.

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PCG programa classificados grátis Se trata de um software utilizado para fazer publicidade online, é um agregador de sites classificados que tem uma lista com mais de 200 sites de classificados cadastrados, com isso quem adquire o programa pode divulgar de forma automática nesses sites, não vou me estender muito a explicar o que o software faz mas ele serve para divulgação e hoje centenas de pessoas utilizam esse software para divulgar produtos ou serviços na internet, e a cada dia mais e mais pessoas buscam por esse tipo de ferramenta para auxiliar em suas divulgações O que torna o marketing um excelente mercado para quem busca trabalhar como freelancer revendendo algum produto.
Esse sistema tem um painel de gerenciamento onde você pode acompanhar os pedidos em sua página, você recebe uma página específica para você, acesso via Painel de Controle onde você pode controlar tudo, verificar quem emitiu o boleto em sua página, e total controle sobre suas vendas, as comissões chegam a quase 50% do valor de cada indicação que fizer.

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Outro sistema que posso indicar também se trata de um software de publicidade, Como disse antes é um nicho de mercado que a cada dia Tem se tornado maior, com a popularização de meios de venda online, formas de pagamento, site de venda,... a cada dia mais pessoas buscam vender coisas na internet e isso faz com que o marketing online se torna essencial nesse processo.
Esse outro sistema se trata do Software Promotion Site É um software robô que faz buscas nos buscadores como Google e outros por determinada palavra-chave que você indicar, após isso o programa Vai visitando cada um dos Sites encontrados e manda uma mensagem diretamente no formulário de contato do site, é uma espécie de programa para enviar e-mail marketing, porém como você pode ver não se trata de um e-mail marketing pois o programa visita diretamente o site e envia uma mensagem direta pelo formulário de contato.
A comissão pela venda do software também chega a 50% O que é excelente pois com apenas uma venda você já pode tirar uma boa quantia, você deve levar em conta que você pode fazer mais de uma venda de área e aí você vai ganhar bem mais.

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Dicas que você deve observar Antes de iniciar um trabalho como freelancer online

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Muitas pessoas entram nesse tipo de trabalho imaginando que basta se cadastrar em um site que já vai começar a ganhar dinheiro do dia para noite sem fazer nada, isso absolutamente não é verdade, se assim fosse todos já estariam ricos e ninguém mais trabalharia em uma empresa física… trabalhar como freelancer na internet fazendo vendas ou divulgando algo exige grande dedicação de sua parte, todos os dias você terá que fazer divulgações mesmo que uma duas horas por dia, e nunca deixar esse hábito de lado pois suas divulgações param suas vendas com certeza vão cair.
Porém por outro lado é algo muito satisfatório, você pode controlar o seu horário de trabalho, pode decidir quantas horas por dia vai trabalhar, pode trabalhar em qualquer lugar que esteja Bastando ter acesso à internet e um computador “ em alguns casos até mesmo celular” é algo de Fato muito satisfatório e que muitas pessoas têm descoberto recentemente mudando assim suas carreiras.
Esteja sempre atento a Qualidade do material que você vai estar divulgando, o visual da página que apresenta seu produto, pois essas são coisas que podem fazer Total diferença na hora de concretizar uma venda, não adianta divulgar um produto que está em uma página que não é agradável, os visitantes vão apenas a entrar na página porém não vão concretizar uma compra por não se sentirem seguro talvez ou por acharem que o produto não é de boa qualidade, então ao se afiliar em algo sempre estejam atentos a esse tipo de coisa…
Enfim, espero ter ajudado com essa resposta e espero que tire algum proveito da mesma, se possível agradeço um voto positivo de sua parte, desejo muito sucesso Caso esteja pretendendo iniciar um negócio como freelancer online, tenha Total certeza de quê caso você inicie um trabalho como esse basta se dedicar e logo vai ver os resultados que com Total certeza virão, abraços e até uma próxima oportunidade. ;)

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2019.08.29 21:54 Pepe-Argento [Mega Thread] Origen de palabras y frases argentinas

Estimados rediturros, en base al post del usuario que hoy descubrió la etimología de Michi (gato), vengo a hacerles entrega del thread que se merecen aquellas personas curiosas.
Seguramente faltan varias palabras pero dejo las que fui recolectando. ----
A CADA CHANCHO LE TOCA SU SAN MARTÍN.
Alude al 11 de noviembre, día de San Martín de Tours, patrono de Buenos Aires, que se celebra comiendo lechón. Significa que a todos les llega en algún momento la compensación por sus buenos o malos actos.
A SEGURO SE LO LLEVARON PRESO.
Viene de Jaén, España, donde los delincuentes eran recluídos en el Castillo de Segura de la Sierra. Originalmente se decía `a (la prisión de) Segura se lo llevaron preso`, que advertía de no robar, para no terminar en Segura. Hoy significa que nadie está libre de alguna contingencia.
AL TUN TÚN.
Con la expresión `al tun tún`, los paremiólogos no se ponen de acuerdo: para unos deviene de `ad vultum tuum`, que en latín vulgar significa `al bulto`, y para otros, es una voz creada para sugerir una acción ejecutada de golpe. De cualquier forma, hoy `al tun tun` indica algo hecho sin análisis ni discriminación.
ANANÁ.
Es una fruta nativa de América del Sur, deliciosa, decorativa y habitualmente asociada con los climas tropicales. El vocablo ananá proviene de nana, que en guaraní significa perfumado. Y fueron los colonizadores portugueses quienes adaptaron esta voz original guaraní para acercarla al modo en que hoy la usamos en la Argentina. Otra de sus nominaciones, piña, se debe a Cristóbal Colón, quien al verla por primera vez (en 1493, en la isla de Guadalupe) pensó erróneamente que había encontrado un tipo de piñón de pino.
ATORRANTES.
Lo de `atorrantes` viene de principios del siglo pasado, cuando colocaron unos grandes caños de desagüe en la costanera, frente a la actual Casa de Gobierno, en lo que hoy es Puerto Madero. Éstos tenían la leyenda `A. Torrant et Cie.` (nombre del fabricante francés) bien grande a lo largo de cada segmento de caño, y estuvieron casi más de un año hasta que, por fin, los enterraron. Mientras tanto `se fueron a vivir a los caños` cuanto vago, linyera y sujetos de avería rondaban por la zona y así surgió este dicho. Cuando la gente se refería a las personas que vivían en esos caños, los llamaban "A-Torran-tes". Más adelante se llamó así a toda persona vaga o de mal comportamiento.
BACÁN.
Aunque casi ya no se emplea, podemos escuchar esta palabra en muchísimos tangos de comienzos del siglo XX. “Mina que de puro esquillo con otro bacán se fue”, dice la letra de Ivette, compuesta por Pascual Contursi. “Hoy sos toda una bacana, la vida te ríe y canta”, reza Mano a mano, el clásico de Celedonio Flores. Del genovés baccan (jefe de familia o patrón), el término alude a una persona adinerada, elegante, amante del buen vivir y acompañó un fenómeno social: el surgimiento de la clase media y la figura del hombre capaz de darse ciertos lujos y exhibirlos.
BANCAR.
Con frases como “Yo te banco” o “No te banco más”, bancar es uno de los verbos que más usamos los argentinos para expresar si aguantamos, toleramos o apoyamos a algo o alguien. El origen del término es bastante discutido. Algunas opiniones señalan que alude al banco en el que nos sentamos, en el sentido de que este soporta nuestro cuerpo. Sin embargo, otros argumentan que se trata de una expresión popularizada gracias a los juegos de azar. Es que “bancame” era la súplica que hacían los apostadores a los responsables de la banca en los casinos.
BARDO.
Esta voz comenzó a utilizarse en la década del 80 y se propagó rápidamente, incluso con su verbo derivado: bardear. Se aplica para indicar la ocurrencia de problemas, líos, desorden o embrollos. Para algunos es una especie de “lunfardo del lunfardo” porque se trata de una simplificación del término balurdo, otra locución coloquial que tomamos del italiano (balordo: necio o tonto). Así que están avisados: la próxima vez que digan que algo “es un bardo”, sepan que del otro lado del océano pueden interpretar que se refieren simplemente a una tontería.
BERRETÍN.
Una obsesión, un capricho, una esperanza acariciada sin fundamento racional… eso es un berretín. De origen genovés, donde beretín alude a una especie de gorro o sombrero, la creatividad popular nombró así a los deseos intensos que llevamos en la cabeza. El tango supo recoger esta palabra. Por ejemplo, Niño bien arranca: “Niño bien, pretencioso y engrupido, que tenés el berretín de figurar”. Esta voz, hoy casi en desuso, también llegó al cine. En 1933 se rodó Los tres berretines, la segunda película argentina de cine sonoro que narraba tres pasiones porteñas: fútbol, tango y cine.
BOLÓ.
Sin lugar a dudas, boludo es una de las palabras que identifican a los argentinos y que más transformó su sentido a lo largo de las últimas décadas. De ser agresiva e insultante, se convirtió en una expresión inocente y típica empleada para llamar la atención del otro. En la provincia de Córdoba evolucionó de tal modo que terminó teniendo una sonoridad totalmente diferente: boló. Y la frase “¿Qué hacé’ boló?” podría ser perfectamente el saludo entre dos cordobeses que se tienen la más alta estima.
BOLUDO [Mención especial].
Convertida en un verdadero clásico argentino, boludo (y sus derivados, boludez, boludeo, boludear) fue mutando su significado a través del tiempo.
En el siglo XIX, los gauchos peleaban contra un ejército de lo que en aquella época era una nación desarrolla como la española.
Luchaban contra hombres disciplinados en las mejores academias militares provistos de armas de fuego, artillería, corazas, caballería y el mejor acero toledano, mientras que los criollos (montoneros), de calzoncillo cribado y botas de potro con los dedos al aire, sólo tenían para oponerles pelotas, piedras grandes con un surco por donde ataban un tiento, bolas (las boleadoras) y facones, que algunos amarraban a una caña tacuara y hacían una lanza precaria. Pocos tenían armas de fuego: algún trabuco naranjero o arma larga desactualizada.
Entonces, ¿cuál era la técnica para oponerse a semejante maquinaria bélica como la que traían los realistas? Los gauchos se formaban en tres filas: la primera era la de los "pelotudos", que portaban las pelotas de piedras grandes amarradas con un tiento. La segunda era la de los "lanceros", con facón y tacuara, y, la tercera, la integraban los "boludos" con sus boleadoras o bolas. Cuando los españoles cargaban con su caballería, los pelotudos, haciendo gala de una admirable valentía, los esperaban a pie firme y les pegaban a los caballos en el pecho. De esta forma, rodaban y desmontaban al jinete y provocaban la caída de los que venían atrás. Los lanceros aprovechaban esta circunstancia y pinchaban a los caídos.
En 1890, un diputado de la Nación aludió a lo que hoy llamaríamos "perejiles", diciendo que "no había que ser pelotudo", en referencia a que no había que ir al frente y hacerse matar. En la actualidad, resemantizada, funciona como muletilla e implica un tono amistoso, de confianza. El alcance del término es tan grande que, en el VI Congreso de la Lengua Española, realizado en 2013, el escritor argentino Juan Gelman la eligió como la palabra que mejor nos representa.
BONDI.
A fines del siglo XIX, los pasajes de tranvía en Brasil llevaban escrita la palabra bond (bono en inglés). Por eso, las clases populares comenzaron a referirse al tranvía como bonde (en portugués la “e” suena como nuestra “i”). A partir de entonces, el recorrido del vocablo fue directo: la trajeron los italianos que llegaban desde Brasil y, cuando el tranvía dejó de funcionar en Buenos Aires, se convirtió en sinónimo popular de colectivo.
CAMBALACHE.
Es el título del emblemático tango escrito por Enrique Santos Discépolo en 1935. Pero, ¿sabés qué significa exactamente esta palabra? Originalmente deriva del verbo cambiar y en nuestro país se utilizó para nombrar a las antiguas tiendas de compraventa de objetos usados. Este es el sentido que se le da en el tango cuando dice: “Igual que en la vidriera irrespetuosa de los cambalaches se ha mezclao la vida, y herida por un sable sin remache, vi llorar la Biblia junto al calefón”. Por eso, el significado se transformó en sinónimo de desorden o mezcla confusa de objetos.
CANA.
Existen diferentes versiones para explicar cómo surgió este vocablo que en lunfardo significa unívocamente policía. Una dice que proviene de la abreviatura de canario, que se empleaba en España para designar a los delatores. Aunque la historia más extendida lo ubica en el idioma francés, del término canne, y alude al bastón que portaban los agentes del orden. Como sea, cana pasó a nombrar a la policía y, más tarde, se empleó como sinónimo de cárcel (“ir en cana”). Hoy también se utiliza la expresión “mandar en cana” para decir, con picardía, que dejamos a alguien en evidencia.
CANCHA.
Apasionados por el deporte, los argentinos repetimos frases que ya forman parte de nuestra genética. “El domingo vamos a la cancha” es una de ellas. Como es sabido, cancha es el espacio que se destina a eventos deportivos y, en ocasiones, a algunos espectáculos artísticos. Pero lo que pocos conocen es que esta palabra proviene del quechua, lengua originaria en la que kancha significa lugar plano. La acepción que en la actualidad le damos a esta expresión llegó con la práctica de la lidia de toros y pronto se expandió a todos los deportes.
CANILLITA.
El origen de esta palabra es literalmente literario. La voz se toma de Canillita, una pieza teatral escrita por Florencio Sánchez en los primeros años del siglo XX. El protagonista es un muchacho de 15 años que trabaja en la calle vendiendo periódicos para mantener a su familia. Como sus piernas son muy flaquitas y lleva unos pantalones que le quedaron cortos por los que asoman sus canillas, lo llaman Canillita. Desde 1947, el 7 de noviembre se celebra el Día del Canillita en homenaje a la muerte del gran escritor uruguayo, autor de otra obra emblemática M’hijo el dotor.
CATRASCA.
Puede que, a menudo, muchos de los que utilizan esta palabra para referirse socarronamente a las personas torpes o propensas a los pequeños accidentes no tengan cabal idea de su significado literal. Sucede que esta expresión se establece como síntesis de la frase “Cagada tras cagada”. En la Argentina, se hizo popular en 1977 a partir de la película El gordo catástrofe, protagonizada por Jorge Porcel, quien personificaba un hombre que vivía de accidente en accidente y al que todos llamaban Catrasca.
CHABÓN.
Desde el tango El firulete, de Rodolfo Taboada, que dice “Vos dejá nomás que algún chabón chamuye al cuete y sacudile tu firulete…”, hasta After chabón, el último disco de la banda de rock Sumo, esta voz del lunfardo se instaló en la cultura argentina como sinónimo de muchacho, tipo o pibe. El término deriva de chavó (del idioma caló, usado por el pueblo gitano), que significa joven, muchachuelo. De allí provienen, también, algunas variantes como chavo y chaval, empleadas en diferentes países de habla hispana.
CHAMAMÉ.
La palabra chamamé proviene del guaraní chaá-maì-mé (“estoy bajo la lluvia” o “bajo la sombra estoy”). Según Antonio Sepp, musicólogo jesuita, los nativos se reunían bajo un enorme árbol y, en forma de ronda, hablaban y cantaban ordenadamente a lo largo de la noche; respetaban así la sabiduría de los años, sin negarles un lugar a los más jóvenes. Muchas veces terminaban danzando y desplazándose como en un rito de adoración o gratitud. Es en esos espacios de encuentro donde se cree que nació el chamamé, esa marca de identidad musical de la Mesopotamia.
CHAMIGO.
La oralidad reunió che y amigo en un solo término para dar origen a una tercera palabra: chamigo. En este caso, el vocablo che proviene del guaraní, y no del mapuche ni del valenciano, donde tiene otros significados. En guaraní, che es el pronombre posesivo mi, y por eso chamigo quiere decir mi amigo o amigo mío. Esta voz se emplea en Chaco, Corrientes, Misiones y Entre Ríos, provincias donde la cultura guaranítica tiene mayor peso. “El chamigo es algo más que lo común de un amigo, es esa mano que estrecha con impulso repentino”, canta el chamamecero Antonio Tarragó Ros.
CHANGO.
En el noroeste se usa la palabra chango, o su diminutivo changuito, como sinónimo de niño o muchacho. El término deriva de una voz quechua que significa pequeño. Una zamba dice “Cántale, chango, a mi tierra, con todita tu alma, con toda tu voz, con tu tonadita bien catamarqueña; cántale, changuito, lo mismo que yo”. Nieto, Farías Gómez y Spasiuk son solo tres de los Changos que ha dado el folklore argentino y que llevan este vocablo como apodo, indisolublemente unido a su apellido.
CHANTA.
Se trata de la abreviatura de la voz genovesa ciantapuffi, que significa planta clavos; es decir, persona que no paga sus deudas o que no hace bien su trabajo. Pero en nuestro país, cuando le decimos chanta a alguien, nos referimos a que no es confiable o creíble, que es irresponsable o no se compromete. Aunque también se asocia a la picardía si se emplea para nombrar a aquel que finge y presume cualidades positivas. En otras palabras, un chanta sería un charlatán, un chamuyero. En cambio, “tirarse a chanta” es abandonar las obligaciones o, como se dice en la actualidad, “hacer la plancha”.
CHAUCHA Y PALITO.
Se estima que esta frase nació en nuestro campo y se la usa para referirse a algo de poco beneficio económico o ínfimo valor. El palito alude al de la yerba que flota en el mate mal cebado: aquello que no sirve, que está pero molesta. En el caso de chaucha refuerza el sentido: para el gaucho, básicamente carnívoro, la chaucha era un vegetal sin importancia, barato, del que prefería prescindir. Además, en tiempos de la colonia, chaucha se denominaba una moneda de poco valor. Como decir “poco y nada”, pero referido unívocamente al valor monetario.
CHE.
Es una de las palabras que más nos identifica en el mundo. Casi como una seña personal. La usamos para llamar la atención del otro, para quejarnos o simplemente como interjección. La historia más difundida sostiene que es una voz mapuche que significa gente. Sin embargo, otra teoría señala que proviene de Valencia (España), donde le dan usos similares a los nuestros. Ernesto Guevara, ya que de Che hablamos, debe su apodo a la recurrencia con que empleaba la muletilla en su discurso coloquial.
CHORIPÁN.
A mediados del siglo XIX, los gauchos que habitaban las zonas rurales del Río de la Plata dieron origen a una de las minutas que más caracteriza los domingos de los argentinos: el choripán. El término, que es un acrónimo de chorizo y pan, nació en los tradicionales asados gauchescos cuando comer una achura entre dos trozos de pan empezó a ser costumbre. Hoy, a esta denominación que ya es un símbolo identitario de nuestro vocabulario, se le acoplaron dos sándwiches más: vaciopán y morcipán.
COLIFA.
Colifa es un término muy popular que empleamos para expresar, con cierta ternura, que alguien está loco, piantado o rayado. Aunque el sentido común nos lleva a pensar que proviene del término colifato, los estudiosos explican que coli deriva del vocablo italiano coló (que significa, justamente, chiflado). A su vez, colo es loco al vesre ()al revés en lunfardo). Entonces, colifato, y su apócope colifa, aparecen como transformaciones de ese término original que en el habla de la calle sumó sílabas con fines únicamente creativos.
CROTO.
La expresión `Croto` se remonta a la década del `20, cuando el entonces Ministro de Obras Públicas y Transporte, Crotto, implementó una especie de certificado de pobreza y cuyo portador podía viajar gratis en los tranvías y trenes. Hoy en día se denomina con este nombre a toda persona mal vestida que con su apariencia denota su estado de indigencia.
CUARTETO.
En cualquier lugar del mundo se denomina cuarteto a un conjunto de cuatro integrantes, pero para los argentinos se trata, además, de un género musical con influencias de la tarantela y el pasodoble. Este ritmo tropical, que comenzó a bailarse en las zonas rurales de la provincia de Córdoba durante la década del 40 y se popularizó en todo el país en los 90, es una creación cien por ciento argentina. Sus dos exponentes más emblemáticos, Carlos “La Mona” Jiménez y Rodrigo Bueno, convirtieron a este género en una alegre y festiva marca de identidad.
DEL AÑO DEL ÑAUPA.
Se trata de una expresión muy antigua y, decirlo así, puede parecer redundante. Porque ñaupa es una voz quechua que significa viejo o antiguo. En general, se emplea para aludir a un acontecimiento que data de tiempo atrás. La creencia popular considera que Ñaupa fue una persona que tuvo una existencia asombrosamente prolongada. Muy utilizado en la década del 30, suele asociarse al lunfardo, en especial cuando se dice que un tango es “del año del ñaupa”. Su equivalente en España es “del tiempo de Maricastaña”. La versión moderna sería "del año del orto"
DESPIPLUME.
Muchas veces, los medios de comunicación masiva logran instalar expresiones en el habla cotidiana gracias a memorables personajes de ficción y, también, a los guiones de algunas publicidades. Es el caso de despiplume, una voz que nació en la década del 70 en un spot de la famosa marca de coñac Tres plumas protagonizado por Susana Giménez. A través de un juego de palabras, la idea fue asociar el término despiole al producto. Sin dudas, lo lograron, pues si bien hoy la expresión casi no se usa, cualquiera sabe qué queremos decir cuando afirmamos que “esto es un despiplume”.
DULCE DE LECHE.
“Más argentino que el dulce de leche”, dice la expresión popular. Sin embargo, son varios los países que se atribuyen su creación. Nuestra versión cuenta que esta delicia nacional nace de una casualidad. En 1829, Juan Manuel de Rosas esperaba a Juan Lavalle, su enemigo político, en una estancia. La criada hervía leche con azúcar para cebar el mate y olvidó la preparación por largo tiempo en el fuego. Aún así, Rosas quiso probar la sustancia espesa y amarronada que se había formado en la olla. Para sorpresa de la criada, le encantó y decidió bautizarla dulce criollo.
EN PAMPA Y LA VÍA.
Quedarse sin un peso, agotar los recursos, tener que vender la casa… Cualquiera de estas circunstancias puede expresarse con el mismo dicho: “Me quedé en Pampa y la vía”. ¿Alguna vez escuchaste de dónde viene este dicho? Tiene una ubicación geográfica muy precisa porque la calle La Pampa se cruza con la vía del tren muy cerca del hipódromo de Buenos Aires. Cuenta la leyenda que los jugadores que apostaban a los caballos, cuando tenían un día de mala racha y lo perdían todo, se iban del barrio en un ómnibus que salía del cruce de Pampa y la vía.
FIACA.
La historia de esta palabra –que todos asociamos a la pereza y desgano– se origina en el habla de los almaceneros de barrio procedentes de Italia. En genovés, fiacún alude al cansancio provocado por la falta de alimentación adecuada. Y fueron estos comerciantes quienes diseminaron el término que, con el uso coloquial, se transformó en fiaca. Como habrá sido que se instaló, que una de las famosas Aguafuertes porteñas de Roberto Arlt se refiere al tema: “No hay porteño, desde la Boca a Núñez, y desde Núñez a Corrales, que no haya dicho alguna vez: ‘Hoy estoy con fiaca”.
GAMBETA.
Proviene de gamba, que en italiano significa pierna, y es un término que usamos en diferentes contextos. Por ejemplo, “hacer la gamba” es ayudar a otra persona. Claro que, si las cosas no salen bien, decimos que lo que hicimos fue “meter la gamba”. Puntualmente, gambeta refiere a un movimiento de danza que consiste en cruzar las piernas en el aire. Pero en el Río de la Plata funciona como metáfora de otro arte, el fútbol: porque en el campo de juego, gambeta es el movimiento que hace el jugador para evitar que el contrario le arrebate la pelota. Por eso, en el uso cotidiano, cuando sorteamos obstáculos decimos que gambeteamos.
GAUCHADA.
En nuestro lenguaje cotidiano, hacer una gauchada es ayudar a alguien sin esperar nada a cambio. La gauchada era una actitud típica de los gauchos, un gesto completo de solidaridad. Es que estos hombres cumplieron un rol clave en la guerra de la Independencia por su valentía, habilidad para cabalgar y gran conocimiento del territorio. Por el contrario, hacer una guachada es cometer una traición, aunque detrás de esta expresión haya un sentido más trágico que desleal. Y es que guacho refiere a la cría animal que perdió a su madre, y por extensión, a los niños huérfanos.
GIL.
A la hora de dirigirse a alguien en forma peyorativa, gil es una de las expresiones preferidas por los argentinos. Asociada a la ingenuidad o a la falta de experiencia, algunos sostienen que proviene de perejil, otra voz coloquial que en una de sus acepciones puede emplearse con un significado parecido, puesto que hasta hace unos años era una hortaliza tan barata que los verduleros directamente la regalaban. Sin embargo, gil proviene del caló, una antigua lengua gitana en la que gilí quiere decir inexperto.
GUACHO.
En el campo se denomina como guacho al ternero que queda huérfano.
GUARANGO.
Es lamentable, pero algunas palabras que usamos cotidianamente provienen de situaciones históricas de discriminación y exclusión. Es el caso de guarango, que si bien en la actualidad se emplea como sinónimo de grosero, maleducado o malhablado, fue instalada por los españoles de la conquista como referencia despectiva y racista hacia los nativos que hablaban en guaraní. Decirle guarango a la persona que emplea un vocabulario soez es ofensivo pero no por la adjetivación que pretende, sino porque su origen alude a una descalificación arbitraria.
GUASO.
La frecuencia con que se emplea el término guaso en Córdoba lo convierte en un cordobesismo. Pero ser guaso en esta provincia tiene por lo menos dos niveles. Cuando alude a un hombre: “El guaso estaba tomando algo en el bar”, la palabra solo sirve para definirlo como individuo masculino (en este caso, guaso funciona como sinónimo de tipo, chabón, etc.). Pero también se emplea para hacer referencia a alguien grosero o de poca educación: “No seai guaso vo’”. Y es tal la dinámica del vocablo que permite hiperbolizarlo, de manera que algo guaso pueda crecer hasta ser guasaso.
GUITA.
En lunfardo, el dinero tiene infinidad de sinónimos: mango, viyuya, morlaco, vento, mosca, tarasca. También existe un lenguaje propio para hablar de su valor: luca es mil, gamba es cien y palo es millón. Sin embargo, el origen del término guita es difícil de rastrear. Una de las versiones más difundidas sostiene que proviene del alemán, específicamente del germano antiguo, de la voz witta, usada para denominar algo fundamental sin lo cual no se puede vivir. A su vez, witta también proviene del latín vita que significa vida.
GURÍ.
¿Alguna vez te dijeron gurí o gurisa? Seguramente fue cuando todavía eras un chico. Porque el término proviene de la voz guaraní ngiri y significa muchacho, niño. Es una palabra que podemos escuchar en Corrientes, Misiones y Entre Ríos, y por supuesto también en la República Oriental del Uruguay. “¡Tu recuerdo ya no es una postal, Posadas! Ni tu yerbatal, ni tu tierra colorada. Con un sapukay siento que tu voz me llama porque tengo en mí, alma de gurí”, dice la letra del chamamé Alma de gurí.
HUMITA.
La humita es mucho más que un gusto de empanada. Pero son pocos los que saben que la palabra proviene de la voz quechua jumint’a, un alimento que preparaban los antiguos pueblos indígenas del continente (incas, mayas y aztecas). Hecho a base de choclo triturado, la preparación incorpora cebolla, tomate y ají molido, se sirve envuelto en las mismas hojas de la planta del maíz. Este delicioso y nutritivo plato es típico de Chile, Bolivia, Ecuador, Perú y el norte argentino.
IRSE AL HUMO.
“Se me vino al humo” es una imagen cotidiana en el habla de los argentinos. El dicho alude al modo en que los indígenas convocaban a los malones y figura en el Martín Fierro, de José Hernández: “Su señal es un humito que se eleva muy arriba / De todas partes se vienen / a engrosar la comitiva”. Pero también la registra Lucio V. Mansilla en Una excursión a los indios Ranqueles: “El fuego y el humo traicionan al hombre de las pampas”, escribe dando a entender que una fogata mal apagada o la pólvora que quemaban los fusiles bastaban para que lanzas y boleadoras acudiesen a la humareda.
LABURAR.
Laburar surge naturalmente del verbo lavorare (trabajar en italiano), que a su vez deriva de labor en latín, cuyo significado es fatiga, esfuerzo. La connotación negativa se encuentra también en los orígenes del término en español ya que trabajar proviene del vocablo latín tripalium, traducido como tres palos: un instrumento de castigo físico que se usaba contra los esclavos. De modo que si bien el laburo dignifica y es salud; el origen de su locución nos remonta a situaciones que poco tienen que ver con esos significados.
MATE.
La propuesta es natural en cualquier parte: “¿Y si nos tomamos unos mates?”. Esta infusión, la más amada por los argentinos, toma su nombre, como muchas otras palabras, de la lengua quechua. Porque mati es la voz que empleaban los pueblos originarios para referirse a cualquier utensilio para beber. Y es que mate tiene la particularidad de aludir al contenido, pero también al continente. Un término que para los rioplatenses significa mucho más que una bebida. Porque la mateada es un ritual, un espacio de encuentro y celebración.
MORFAR.
Proviene de la palabra italiana morfa que significa boca. Con el tiempo y el uso, la expresión adquirió nuevos sentidos: padecer, sobrellevar, sufrir: “Me morfé cuatro horas de cola”. En el ámbito del deporte, especialmente en el terreno futbolístico, suele emplearse el giro “morfarse la pelota”, algo así como jugar solo sin pasar el balón a los otros jugadores. Pero tan instalado estaba el término en la década del 30, que el historietista Guillermo Divito creó un personaje para la revista Rico Tipo que se llamaba Pochita Morfoni, una señora a la que le gustaba mucho comer.
MOSCATO.
Quizás los más jóvenes asocian el término a la famosa canción de Memphis La Blusera, Moscato, pizza y fainá. Sin embargo, el tradicional vino dulce, llamado así porque está hecho con uva moscatel, perdura más allá del blues local y sigue siendo un clásico de los bodegones y pizzerías de todo el país. El hábito llegó con los inmigrantes italianos a fines del siglo XIX, pero la costumbre de servirlo cuando se come una buena porción de muzzarella es propia de nuestro país y comenzó a establecerse allá por 1930.
NO QUIERE MÁS LOLA.
Lola era el nombre de una galleta sin aditivos que a principios del siglo XX integraba la dieta de hospital. Por eso, cuando alguien moría, se decía: `Este no quiere más Lola`. Y, desde entonces, se aplica a quien no quiere seguir intentando lo imposible.
ÑANDÚ.
De norte a sur y hasta la provincia de Río Negro, el ñandú es una de las aves que más se destaca en los paisajes de la Argentina. Este fabuloso animal de gran porte, que puede llegar a medir hasta 1,80 m de altura, toma su nombre de la lengua guaraní, en la que ñandú significa araña. La explicación alude a las semejanzas entre los elementos de la naturaleza. Los pueblos originarios veían un notorio parecido entre el plumaje del avestruz americano -y las figuras que se forman en él- y los arácnidos que habitan las regiones subtropicales.
NI EN PEDO.
Para ser tajantes, a veces decimos que no haremos algo "Ni en pedo", "Ni mamado", o “Ni ebrios ni dormidos”. Algunos sostienen que la expresión nació cuando Manuel Belgrano encontró a un centinela borracho y dormido. Enseguida, habría establecido una norma por la que “ningún vigía podía estar ebrio o dormido en su puesto”. Otra versión dice que, tras el triunfo en Suipacha, alguien alcoholizado propuso un brindis “por el primer Rey y Emperador de América, Don Cornelio Saavedra”. Mariano Moreno se enteró y lo desterró diciendo que nadie “ni ebrio ni dormido debe tener expresiones contra la libertad de su país”.
NO QUIERE MÁS LOLA.
Cuando no queremos más complicaciones, nos cansamos de participar en algo, o necesitamos cesar alguna actividad, decimos: “No quiero más lola”. En la Buenos Aires de 1930 se fabricaban las galletitas Lola. Elaboradas con ingredientes saludables, eran indicadas en las dietas de los hospitales. En ese contexto, cuando un enfermo podía empezar a ingerir otro tipo de alimentos, se decía que “No quería más lola”. Otro uso, más oscuro: cuando fallecía un paciente internado, obviamente, dejaba de comer. De ahí el dicho popular: “Este no quiere más lola”.
PANDITO.
Los mendocinos emplean muchos términos propios que pueden escucharse en su territorio y también, debido a la cercanía, en Chile (y viceversa). Una de las voces más representativas de este intercambio lingüístico es guón, apócope del huevón chileno. Existen algunas otras, pero menos conocidas. Por ejemplo, pandito. ¿Pero qué significa? Proviene de pando y quiere decir llano o poco profundo. “Me quedo en lo pandito de la pileta” o “Donde topa lo pandito”, que alude a donde termina el llano y comienza la montaña.
PAPUSA.
El lunfardo, la creatividad de la calle y el tango se ocupan de piropear y resaltar la belleza de la mujer. Quizá, una de las palabras que mejor lo hace sea papusa, empleada para referirse a una chica bonita, atractiva o espléndida. Este término, que también funciona como sinónimo de papirusa, se puede encontrar en clásicos del tango rioplatense como El ciruja, de Alfredo Marino, o ¡Che, papusa, oí!, de Enrique Cadícamo, que inmortalizó los versos “Che papusa, oí los acordes melodiosos que modula el bandoneón”.
PATOVICA.
Llamamos patovicas a quienes se ocupan de la seguridad de los locales bailables. Pero esta expresión nació lejos de las discotecas y cerca de los corrales avícolas. Allá por 1900, Víctor Casterán fundó en Ingeniero Maschwitz un criadero de patos y lo llamó Viccas, como las primeras letras de su nombre y su apellido. Alimentados con leche y cereales, los patos Viccas eran fornidos y sin grasa. La semejanza entre estos animales y los musculosos de los gimnasios surgió enseguida. Que los hercúleos custodios de los boliches terminaran cargando con ese mote, fue cuestión de sentarse a esperar.
PIBE.
Los rioplatenses suelen utilizar la expresión pibe como sinónimo de niño o joven. Existen diferentes versiones sobre su origen. La más difundida señala que proviene del italiano, algunos creen que del lombardo pivello (aprendiz, novato) y otros que se tomó del vocablo genovés pive (muchacho de los mandados). Pero la explicación española aporta el toque de humor. La palabra pibe, del catalán pevet (pebete), denominaba una suerte de sahumerio que gracias a la ironía popular y la subversión del sentido pasó a nombrar a los adolescentes, propensos a los olores fuertes.
PIPÍ CUCÚ.
Este argentinismo se usa para decir que algo es espléndido o sofisticado. La divertida leyenda cuenta que se popularizó en la década del 70 cuando Carlos Monzón llegó a París para pelear con el francés Jean-Claude Bouttier. Antes del combate, el argentino recibió la llave de la ciudad y, al tomar el micrófono para agradecer el honor, se dispuso a repetir el discurso que había ensayado largamente. La carcajada de la platea se desató cuando Monzón, en lugar de decir “merci beaucoup” (muchas gracias en francés) tal como lo había practicado, expresó algo nervioso: “pipí cucú”.
PIRARSE.
Pirarse es piantarse. Es decir, “irse, tomarse el buque”. Y literalmente así nace este verbo. El piróscafo era un barco a vapor que, en los primeros años del siglo XX, constituía la forma más rápida de viajar de un continente al otro. Por eso, la expresión “tomarse el piro” empezó a usarse para decir que alguien se marchaba de un lugar de manera apresurada. Sin embargo, el tiempo le otorgó otro significado: el que se iba, podía hacerlo alejándose de la realidad: “Está pirado”, “No le digas así que se pira”. Entonces, pirarse pasó a ser sinónimo de enloquecer.
PONCHO.
El poncho es una prenda sudamericana típica por definición que forma parte de la tradición criolla. Por simpleza, comodidad y capacidad de abrigo, es utilizado hasta el día de hoy en la Argentina, Chile, Ecuador y Bolivia. El origen de la palabra que lo denomina tiene muchísimas variantes, pero una de las más difundidas explica que proviene del quechua, punchu, con el mismo significado. Otra versión la relaciona con punchaw (día en quechua), como una analogía entre el amanecer de un nuevo día y la acción de emerger la cabeza a través del tajo del poncho.
PORORÓ.
Si algo destaca al maíz y a sus distintas preparaciones en todo el mundo, especialmente en Latinoamérica, es la gran cantidad de voces que lo nombran. Lo que en Buenos Aires se conoce como pochoclo y en otros países son rosetas de maíz; en Misiones, Corrientes, Entre Ríos, Chaco, Formosa y Santa Fe se le llama pororó. Esta palabra encuentra su origen en el guaraní. Es que los nativos le decían pororó a todo aquello que generaba un sonido estruendoso y, como es sabido, la preparación de este alimento, provoca la idea de pequeñas explosiones.
TANGO.
El tango es uno de nuestros géneros musicales y de danza más tradicionales. Sin embargo, la etimología de su nombre es objeto de fuertes controversias. Hay quienes dicen que el término proviene de tangomao, un africanismo con el que se definía a los traficantes de esclavos en la época colonial. De este modo, en América se llamó tango a los sitios donde se reunían los africanos para bailar y cantar. Otra teoría señala que el mismo vocablo entró en la segunda mitad del siglo XIX, desde Cuba y Andalucía, para denominar un género musical que en el Río de la Plata adquirió su propia idiosincrasia.
TENER LA VACA ATADA.
“Vos tenés la vaca atada”, le decimos a quien disfruta de un garantizado bienestar económico. El dicho nace en el siglo XIX, cuando en la Argentina se impuso el modelo agroexportador y muchos estancieros se enriquecieron gracias a la vasta cantidad de hectáreas que podían explotar. En aquellos tiempos, era común que los nuevos ricos viajaran a Europa con sus familias. Era costumbre que también llevaran a su personal de servicio y una vaca para obtener la leche para sus hijos durante el viaje. El animal tenía que viajar sujeto en un rincón de la bodega del barco. Esa es la famosa vaca atada.
TILINGO.
Hay palabras que, como si se tratara de una moda, aparecen y desaparecen del uso cotidiano según el contexto histórico. Es el caso de tilingo, la expresión popularizada por Arturo Jauretche, quien la instaló en el habla de los argentinos como un adjetivo para calificar a las personas que se preocupan por cosas insignificantes y ambicionan pertenecer a una clase social más alta. Además, este pensador emblemático del siglo XX actualizó el empleo de cipayo e introdujo los términos vendepatria y medio pelo.
TIRAR MANTECA AL TECHO.
Seguramente más de una vez le habrás dicho a alguien: “Dejá de tirar manteca al techo”. El giro busca expresar la idea de un gasto ostentoso e innecesario y su origen se ubica en la Buenos Aires de 1920. Por entonces, los jóvenes adinerados se divertían en los restaurantes de moda arrojando rulitos de manteca con el tenedor. Le apuntaban al techo y el objetivo era competir para ver quién era capaz de dejar pegados más trozos al cielo raso, o cuál de todos se mantenía adherido por más tiempo. Una práctica absurda de la que, afortunadamente, solo nos queda la expresión cotidiana.
TODO BICHO QUE CAMINA VA A PARAR AL ASADOR.
Tomado del Martín Fierro, el libro de José Hernández icono de la literatura gauchesca, este refrán se basa en la idea de que cualquier animal se presta para ser asado y comido. Sabido es que en la Argentina amamos los asados y todo el ritual que los envuelve. Pero, además, con el tiempo el dicho “Todo bicho que camina va a parar al asador” evolucionó sumando otros significados. Durante las décadas del 40 y 50, la frase fue utilizada también para hacer alusión a las cosas o personas cuyas acciones tienen un final previsible.
TRUCHO.
Desde hace algunas décadas es un término de uso ineludible en nuestro lenguaje cotidiano. Para los argentinos, las cosas falsas, tramposas o de mala calidad son truchas. Y dentro de esa categoría entran también las personas fraudulentas. Deriva de la palabra truchimán, muy común en el español antiguo y que refiere a personas sin escrúpulos. El empleo de trucho se hizo popular en 1986 cuando, a raíz de la crisis ecológica causada por algunas empresas en el río Paraná, el periodista Lalo Mir comentó en su programa radial que los funcionarios debían dar la trucha (cara) porque si no eran unos truchos.
VAGO.
Córdoba tiene su propia tonada, su propia forma de hablar y, claro, su modo particular para usar las palabras. En cualquier otra región, el término vago hace referencia a alguien perezoso, a un holgazán que nunca tiene ganas de hacer nada. Pero en esta provincia, vago puede ser cualquiera. Es que la palabra se utiliza para dirigirse a otra persona en forma totalmente desenfadada. Así, una frase como “El vago ese quiere trabajar todo el día” no encierra ninguna contradicción si es pronunciada dentro de los límites del territorio cordobés.
VIVA LA PEPA.
Contra lo que pudiese creerse, `viva la Pepa` no es el grito de alegría de un buscador de oro, sino el que usaban los liberales españoles en adhesión a la Constitución de Cádiz, promulgada el 19 de marzo de 1812, en la festividad de San José Obrero. Como a los José se los apoda Pepe, en vez de decir `viva la Constitución` -lo que conllevaba llegar a ser reprimidos- los liberales gritaban `viva la Pepa`. Hoy, en Argentina, su significado se ha desvirtuado y se parece a `piedra libre`.
YETA.
Significa mala suerte y se cree que deriva de las palabras napolitanas jettatura (mal de ojos) y jettatore (hombre maléfico que con su presencia produce daño a los demás). En 1904 se estrenó la obra ¡Jettatore!, de Gregorio de Laferrere, sobre un hombre con un aura funesta, y, desde entonces, los supersticiosos mantienen viva la palabra yeta. Por ejemplo, se emplea la expresión “¡Qué yeta!” en lugar de “¡Qué mala suerte!” ante una situación desafortunada. También se dice que alguien es yeta cuando se sospecha que trae mala suerte o que está enyetado cuando todo le sale mal.
ZAMBA.
No hay que confundir zamba, género folklórico argentino, con samba, música popular brasileña. Porque el simple cambio de una letra nos puede hacer viajar de una cultura a otra. La historia cuenta que durante la conquista española se denominaba zambo al hijo varón de un negro con una indígena. Por extensión, la música y la danza de esta comunidad pasó a llamarse zamba, ya que las coplas que se cantaban iban dirigidas a las mujeres. Esta danza proviene de la zamacueca peruana que, al llegar a la Argentina, incorporó el pañuelo como elemento característico.
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2018.12.10 14:26 PriorCoat Significado de sueños, web con miles de interpretaciones en español

xn--soar-hqa.com/significado-de-los-sueños Si no se encuentra el sueño en su buscador, publicándolo por privado o en comentarios, te hacen la interpretación gratuita personalizada según promocionan en su web
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2016.05.24 04:16 ShaunaDorothy Bolivia: Trotskismo vs. nacionalismo burgués (Septiembre de 2006)

https://archive.is/AQasL
Espartaco No. 26 Septiembre de 2006
La elección de Evo Morales como presidente de Bolivia en diciembre pasado fue aclamada internacionalmente por sectores de activistas liberales “antiglobalización” y socialdemócratas como un golpe contra el imperialismo estadounidense, basados en gran parte en la promesa de Morales de nacionalizar el petróleo y las reservas de gas. Al frente del Movimiento al Socialismo (MAS), Morales ganó con una absoluta mayoría de votos y la más grande y aplastante victoria desde el fin del régimen militar en 1982. Mucho del apoyo a Morales proviene del hecho de que es un indígena aimara, hijo de un pastor, en un país marcado por un profundo racismo antiindígena. El New York Times, en un reportaje sobre la toma de posesión de Morales (22 de enero), comentaba que su elección puede representar “el vuelco más radical en la persistente inclinación hacia la izquierda en Sudamérica hasta el momento, con un potencial para tener un gran impacto más allá de las fronteras de esta nación andina sin salida al mar”.
El gobierno de Bush, que ha regañado a Morales por su apoyo a los productores de hoja de coca en Bolivia, ha respondido cautelosamente a su elección. El Washington Post (21 de febrero) opinó en un artículo titulado “Funcionarios de EE.UU. suavizan actitud hacia el nuevo presidente izquierdista de Bolivia” que “al menos por ahora, el gobierno de Bush tiene la esperanza de que Evo Morales, quien alguna vez amenazó con convertirse en ‘la peor pesadilla para Estados Unidos’, sea alguien con quien pueda hacer negocios”. Los imperialistas están también conscientes de que Bolivia es un país muy pobre y que Morales tiene menos recursos a su disposición que Hugo Chávez en una Venezuela rica en petróleo.
Morales, un nacionalista burgués, está comprometido con el “capitalismo andino” y el “libre comercio”. Inmediatamente después de su elección viajó a Santa Cruz, un centro de la elite de negocios boliviana en el oriente del país, donde expresó simpatía a su demanda por la autonomía de esta zona respecto de la empobrecida región occidental. Morales también aceptó privatizar El Mutún, una de las minas de hierro más grandes del mundo, y ha buscado reforzar el respaldo de la burguesía nombrando en su gabinete a una galería de auténticos delincuentes, entre hombres de negocios sombríos y seguidores de sus predecesores “neoliberales”. Así, Morales otorgó el Ministerio de Minería a Walter Villarroel, quien en un periodo anterior en el gobierno tuvo un papel de suma importancia en el desmantelamiento de la estatal Corporación Minera Boliviana (COMIBOL) y en la privatización de operaciones mineras. Tan sólo el mes pasado, trabajadores del Lloyd Aéreo Boliviano, la principal aerolínea del país, que estaban en huelga exigiendo que se nacionalice la compañía, tuvieron un enfrentamiento con la policía después de que Morales ordenara a las fuerzas policiales y militares tomar el control de los aeropuertos del país para romper la huelga.
Al llamar por “nacionalizar” los recursos naturales de Bolivia, Morales hace eco a un programa que tiene mucho tiempo ya en América Latina. La demanda principal de las protestas del año pasado en Bolivia por la nacionalización del petróleo y el gas es apoyable como medida de autodefensa nacional por parte de un país semicolonial frente a los imperialistas, a pesar de no tener un carácter socialista en absoluto. Con respecto a la expropiación de la industria petrolera por el régimen nacionalista burgués de Cárdenas en México en 1938, el dirigente marxista revolucionario León Trotsky escribió:
“El México semicolonial está luchando por su independencia nacional, política y económica. Tal es el significado básico de la revolución mexicana en esta etapa. Los magnates del petróleo no son capitalistas de masas, no son burgueses corrientes. Habiéndose apoderado de las mayores riquezas naturales de un país extranjero, sostenidos por sus billones y apoyados por las fuerzas militares y diplomáticas de sus metrópolis, hacen lo posible por establecer en el país subyugado un régimen de feudalismo imperialista, sometiendo la legislación, la jurisprudencia y la administración...
“La expropiación del petróleo no es ni socialista ni comunista. Es una medida de defensa nacional altamente progresista.”
—“México y el imperialismo británico”, 5 de junio de 1938
Bolivia misma no desconoce las nacionalizaciones, aun en la industria petrolera. El gobierno militar de David Toro (1936-37) nacionalizó la Standard Oil Company de Bolivia sin compensación, creando una compañía petrolera estatal. Esta compañía se apoderó de la Gulf Oil Company de Bolivia en 1969. Fue recién en 1996 que porciones significativas de las operaciones petroleras y del gas natural fueron privatizadas. Hoy, la compañía brasileña Petrobras controla alrededor del 51 por ciento de las extensas reservas bolivianas de gas natural y 95 por ciento de su capacidad de refinación. Sin embargo, la mayoría de las reservas de gas natural no están siendo explotadas. La Asociación de Organizaciones de Productores Ecológicos de Bolivia señaló en un informe de 2005 que “Bolivia tiene ocho sectores que generan más empleo que el gas” y además “el sector petrolero en su totalidad proporciona trabajo a unas 600 personas, en su mayor parte extranjeros”.
El llamado actual de Morales por “nacionalizaciones” implica muy probablemente simples incrementos en los impuestos. Morales dijo al socialdemócrata In These Times (enero de 2006): “Nosotros queremos imponer impuestos a las transnacionales de una manera justa, y redistribuir el dinero a las pequeñas y medianas empresas.” En las elecciones presidenciales de diciembre, no sólo Morales sino cada uno de los candidatos propuso en alguna forma el llamado por la nacionalización de la industria del gas natural. Como hábil político, Morales buscó sonar más radical que sus competidores, mientras simultáneamente trataba de no distanciarse demasiado de la burguesía boliviana ni de los imperialistas.
La “revolución” boliviana de 2005
El precursor inmediato de la elección de Morales consistió en una serie de levantamientos populares desde mayo hasta junio del año pasado. Los manifestantes protestaron contra el “neoliberalismo”: las privatizaciones generalizadas de instalaciones estatales y las medidas de austeridad dictadas por el FMI. La derrota de la huelga general de 1985 permitió estas medidas, las cuales tuvieron como resultado la privatización de minas bolivianas y otros recursos naturales, así como de las telecomunicaciones y el transporte. Mineros despedidos y campesinos fueron forzados a sobrevivir mediante pequeños negocios familiares u otras formas de autoempleo. Muchos de éstos se mudaron a El Alto, originalmente un suburbio de la ciudad capital de La Paz, pero que es ahora una entidad independiente con una población aproximada de 800 mil personas.
El levantamiento de 2005 fue la última de una serie de luchas desesperadas de las masas empobrecidas de Bolivia. En el año 2000 hubo protestas plebeyas a gran escala en la tercera ciudad más grande de Bolivia, Cochabamba, luego de que el gobierno de Hugo Banzer accediera a las demandas del Banco Mundial y vendiera el sistema de agua de la ciudad a la Bechtel y otras corporaciones de países imperialistas, lo que condujo a incrementos en los precios del agua de al menos 200 por ciento. Esta “guerra del agua” llevó a que Bechtel abandonara su parte y demandara a Bolivia por pérdidas ante los tribunales estadounidenses. Otra revuelta explotó en septiembre de 2003 ante el anuncio de que las recientemente descubiertas reservas de gas natural serían conducidas por tuberías a través de Chile, un blanco histórico del nacionalismo boliviano desde la victoria de Chile en la “Guerra del Pacífico” de 1879-83, en la que Bolivia perdió su salida al mar. La “guerra del gas” de 2003 terminó con la designación del vicepresidente de Gonzalo Sánchez de Lozada, Carlos Mesa, como presidente, en una jugada en la que Morales fue pieza clave.
Las protestas y huelgas de mayo-junio de 2005 estallaron en El Alto luego de que el Congreso aprobara la ley de hidrocarburos propuesta por Mesa, la cual favorecía a los imperialistas. Los manifestantes hicieron numerosas demandas, incluyendo la de nacionalizar el gas y otros recursos, oponerse a la autonomía de la rica provincia de Santa Cruz y enjuiciar a Sánchez de Lozada por el asesinato de manifestantes en la “guerra del gas”. Mesa renunció el 6 de junio de 2005 y se lanzó una convocatoria a elecciones para diciembre.
Las protestas de El Alto reflejaron la determinación de las masas oprimidas por resistir la explotación imperialista. Pero romper las cadenas de la opresión imperialista requiere una revolución proletaria dirigida por un partido programáticamente suficiente, es decir, un partido leninista-trotskista, para aplastar el dominio capitalista y establecer un estado obrero. Tal revolución ha de tener la perspectiva de extenderse por toda América Latina y, crucialmente, a los países capitalistas avanzados, particularmente EE.UU. Pero lo que ha faltado desde los inicios de las protestas en Bolivia es la participación de un proletariado organizado. A su vez, esto refleja no sólo la visión nacionalista pequeñoburguesa de los dirigentes de las protestas, sino también la devastación material y atomización de la clase obrera desde los años 80. Así, una de las razones de la burguesía para cerrar las minas estatales de estaño fue deshacerse de miles de mineros, que habían estado entre los obreros con mayor conciencia de clase en América Latina.
El cambio en la composición social de las recientes protestas ha sido notado por numerosos individuos, incluyendo algunos que aplauden los “movimientos sociales” de Bolivia. Así, en un artículo que se encuentra en el sitio en Internet de la organización reformista Left Turn, “El Alto: Epicentro de la nueva resistencia boliviana” (19 de enero de 2005), Jim Straub escribió:
“Las ‘reformas’ económicas del FMI y el Banco Mundial barrieron con sectores enteros de la economía boliviana —minería, manufactura y el sector público— que empleaban grandes números de revolucionarios organizados…
“Denegada la supervivencia en sectores como la minería o el servicio público, los bolivianos desempleados gravitaron en torno a las pocas industrias donde había alguna oportunidad económica: el sector informal —que significa básicamente el masivo mercado negro y las ventas callejeras que dominan América Latina hoy día— y el cultivo de coca…
“Mientras que antes mineros y obreros fabriles armados derrocaban gobiernos, el año pasado fueron las asociaciones indígenas de trabajadores de mercados informales y cocaleros combativos quienes forzaron al corrupto presidente Sánchez de Lozada a renunciar y abandonar el país.”
La revolución permanente y Bolivia
En países de desarrollo desigual y combinado, la debilidad de la burguesía nacional y la dependencia en el imperialismo hacen imposibles los logros alcanzados por la Revolución Francesa y otras revoluciones burguesas clásicas, las cuales sentaron las bases para la modernización económica y la creación de una sociedad industrial. Como Trotsky escribió en La revolución permanente (1931):
“Con respecto a los países de desarrollo burgués retrasado, y en particular de los coloniales y semicoloniales, la teoría de la revolución permanente significa que la resolución íntegra y efectiva de sus fines democráticos y de su emancipación nacional tan sólo puede concebirse por medio de la dictadura del proletariado, empuñando éste el Poder como caudillo de la nación oprimida y, ante todo, de sus masas campesinas.”
Al explicar la perspectiva de la revolución permanente, Trotsky subrayó que: “La conquista del Poder por el proletariado no significa el coronamiento de la revolución, sino simplemente su iniciación. La edificación socialista sólo se concibe sobre la base de la lucha de clases en el terreno nacional e internacional.” La Revolución Rusa de 1917 rompió el imperialismo en su “eslabón más débil”: un país atrasado y principalmente campesino. Generalizando a partir de esta experiencia, Trotsky insistió en que el orden socialista, que proveerá abundancia material para todos, no puede ser construido en los confines de un solo estado. A fin de cuentas, el sistema capitalista tenía que ser destruido en sus puntos más fuertes, los estados industrializados avanzados. Había que vincular a los proletarios de los países más atrasados con sus hermanos de clase en Occidente a través de un partido revolucionario internacional.
La lucha de las masas obreras en Bolivia ha sido una confirmación negativa de la perspectiva de la revolución permanente. En 1952, en 1970-71 y de nuevo en 1985 el proletariado, con los mineros del estaño a la cabeza, llevó a cabo acciones poderosas, hasta e incluyendo la insurrección tal cual. Pero estas luchas fueron traicionadas por los falsos dirigentes obreros, quienes ataron al proletariado a su enemigo de clase sermoneando que es necesario aliarse con la supuesta burguesía “antiimperialista”. Los gobiernos de coalición (frentes populares) en los que los falsos dirigentes obreros participaron junto con los nacionalistas burgueses fortalecieron las fuerzas de la reacción capitalista, llevando una y otra vez a golpes militares y gobiernos bonapartistas.
Si bien las luchas pasadas fueron derrotadas debido a las traiciones de la dirigencia obrera, la devastación material de Bolivia —en particular el cierre de las minas de estaño y gran parte de la industria— plantea otro problema. La instrumentalidad proletaria para derrocar al capitalismo ha sido cualitativamente reducida. Echando un vistazo tan sólo a la relación de fuerzas dentro de Bolivia, este periodo no ofrece buenos augurios en la lucha contra el imperialismo y sus agentes de la burguesía local. Como Trotsky subrayó en La revolución permanente: “En las condiciones de la época imperialista, la revolución nacional-democrática sólo puede ser conducida hasta la victoria en el caso de que las relaciones sociales y políticas del país de que se trate hayan madurado en el sentido de elevar al proletariado al Poder como director de las masas populares. ¿Y si no es así? Entonces, la lucha por la emancipación nacional dará resultados muy exiguos, dirigidos enteramente contra las masas trabajadoras...”
Los militantes radicalizados por las depredaciones del imperialismo y el capitalismo en Bolivia deben entender la necesidad de vincular las luchas de las masas bolivianas con las de países vecinos como Brasil, Chile y Argentina, donde existen concentraciones proletarias más viables, así como con las luchas de la clase obrera norteamericana. Esta perspectiva proletaria internacionalista está dolorosamente ausente entre los seudomarxistas que se han entusiasmado con las recientes protestas y sus dirigencias pequeñoburguesas y nacionalistas burguesas.
Un caso ejemplífico en EE.UU. es el de la reformista International Socialist Organization (ISO, Organización Socialista Internacional), que celebró la renuncia de Mesa en un artículo del Socialist Worker (17 de junio de 2005) titulado “¡Victoria en Bolivia!” donde exclamaron: “A pesar de que la lucha por la nacionalización del gas y el petróleo aún no está resuelta, los movimientos sociales han dado un golpe espectacular a la oligarquía boliviana y el imperialismo estadounidense.”
También fatuamente entusiasmado por el levantamiento de 2005 está el Grupo Internacionalista (GI), cuyos miembros fundadores terminaron fuera de la Liga Comunista Internacional (LCI) a mediados de los años 90 debido a sus apetitos incontenibles por echar porras a fuerzas muy lejanas a la clase obrera. El GI nos señala con el dedo acusador en su Internationalist (diciembre de 2005). Pontifican:
“Por su parte, la ahora centrista tendencia espartaquista ha alcanzado un nuevo nadir histórico: los miembros de su grupo mexicano nos han criticado por plantear la formación de soviets en los sucesos bolivianos de mayo-junio. Dicen que se trata de algo imposible pues, según ellos, ‘no existe en Bolivia hoy en día una clase obrera’ (olvídense de las miles de fábricas que se ubican tan sólo en la ciudad de El Alto). En otras palabras, estos seudotrotskistas creen que es imposible una revolución socialista en Bolivia.”
A pesar de que el GI evoca “miles de fábricas que se ubican tan sólo en la ciudad de El Alto”, éstas no son, en su mayoría, “fábricas” en el significado usual de la palabra, sino pequeños talleres textiles y maquiladoras familiares. Como lo pone Straub, se trata de “gente sin un trabajo regular, sin representación sindical o incluso sin el proverbial Patrón contra el cual luchar”. Todo esto además de la gran tasa de desempleo en El Alto.
Escribiendo en CounterPunch (14 de octubre de 2005), Raúl Zibechi señala:
“Con respecto al empleo, El Alto se caracteriza por el autoempleo. Setenta por ciento de la población empleada trabaja en negocios familiares (50%), o sectores de seminegocios (20%). Estos trabajos son en su mayoría en los negocios de ventas y restaurantes (95% de la población empleada), seguidos por la construcción y la manufactura.”
Lo que frecuentemente pasa como “sindicatos” son en verdad grupos de artesanos y de autoempleados. Uno de estos casos es la Central Obrera Regional (COR), que fue un componente principal de las protestas de El Alto. Notando el surgimiento de federaciones de trabajo para mercaderes y artesanos en los años 70 con “una fuerte identidad obrera territorial”, Zibechi escribió: “Así, emergieron sindicatos y organizaciones de artesanos y vendedores, panaderos y carniceros, que en 1988 crearon la COR, que ahora incluye empleados de bares locales, casas de huéspedes y municipales. Estos grupos están mayoritariamente compuestos de dueños de pequeños negocios y trabajadores autoempleados, un sector social que en otros países no suele organizarse.”
Al leer la narrativa grandilocuente del GI sobre los sucesos ocurridos en Bolivia (agrupados en su sitio en Internet bajo el pomposo nombre de “Bolivia: Batallas de clase en los Andes”), uno nunca sabría que ha habido cambios en el mundo en los últimos 20 años, ni en Bolivia ni en ningún otro lugar. El GI niega la magnitud de la destrucción contrarrevolucionaria de la Unión Soviética y el retroceso en la conciencia proletaria alrededor del mundo que acompaña esta derrota. El propósito de esto es embellecer una realidad existente con la esperanza de hacer pasar como “revolucionarias” las fuerzas de clase ajenas a las que se acomodan —ya sean desgastados traidores estalinistas del estado obrero deformado de la RDA en Alemania oriental, sindicalistas oportunistas en Brasil o similares (ver “El ‘grupo’de Norden: vergonzosos desertores del trotskismo”, Boletín Internacional No. 38, diciembre de 2000)—.
El GI es un maestro consumado en negar la realidad. Puede conjurar una sección fraternal en Ucrania con base en falsedades (ver “La idiotez de las villas Potemkin del GI ad absurdum”, Workers Vanguard No. 828, 11 de junio de 2004). El GI puede conjurar un proletariado donde a duras penas existe, si acaso, mientras por otro lado ignora poderosas concentraciones de clase obrera. Así, es notable que mientras el GI ha escrito toneladas de artículos sobre Bolivia (literalmente siete solamente en su publicación del verano de 2005), ha ignorado en gran medida al oriente asiático —China, Japón y Corea— que se ha convertido en el corazón industrial del mundo.
La Revolución de 1952
En 1952 la clase obrera boliviana, bajo la dirección de los mineros del estaño organizados en el sindicato minero FSTMB, fue la punta de lanza de una prometedora oportunidad de revolución obrera. En abril de ese año, una intentona de golpe de estado detonó una insurrección en la que los obreros armados derrotaron al ejército. Se formó una poderosa federación obrera, la Central Obrera Boliviana (COB), que se convirtió en la autoridad principal no sólo para los obreros sindicalizados sino también para la mayoría del campesinado y la pequeña burguesía urbana. Mientras los mineros exigían el control obrero de las recientemente nacionalizadas minas de estaño y los campesinos se anticipaban a la prometida reforma agraria tomando extensos terrenos, el dirigente de la COB, Juan Lechín, se unió al gobierno burgués de Víctor Paz Estenssoro y su Movimiento Nacionalista Revolucionario (MNR). Así, Lechín y otros “ministros obreros” se convirtieron en el instrumento de la burguesía utilizado para subordinar a las masas que se levantaban para enfrentar al régimen capitalista.
En ese momento, el POR (Partido Obrero Revolucionario), una organización autoproclamada trotskista, disfrutaba de gran influencia en la dirección ejecutiva de la COB. El POR era dirigido por Guillermo Lora, quien se hizo famoso por su menchevismo nacionalista y su desprecio por cualquier cosa fuera de las fronteras de Bolivia, vociferando que “Bolivia constituye la experiencia más rica del trotskismo mundial”. Lora demostró su desprecio por las lecciones de la Revolución Rusa y, no en menor medida, por la necesidad de la independencia política de la clase obrera. El POR apoyó la entrada de Lechín al gobierno burgués, manifestando que “apoya a la fracción de izquierda del nuevo gabinete” y pidieron a Paz Estenssoro “consumar las expectativas de los obreros constituyendo un gabinete compuesto exclusivamente por hombres de izquierda de su partido [¡burgués!].” En contraposición, los bolcheviques en 1917 se rehusaron a dar apoyo alguno al gobierno burgués de Kerensky, denunciaron a los traidores de clase reformistas, mencheviques y socialrevolucionarios que se unieron al gobierno, y dirigieron a las masas obreras al aniquilamiento del gobierno burgués mediante una revolución proletaria (ver “Revolución y contrarrevolución en Bolivia”, Spartacist [edición en español] No. 18, octubre de 1986).
La nacionalización de las minas de estaño y una modesta reforma agraria fueron algunas de las concesiones de la burguesía boliviana en 1952 para contener la revolución. Sin embargo, como los eventos posteriores lo demostraron, tales reformas son eminentemente reversibles. De hecho, en cuanto la amenaza de revolución social se alejó, los capitalistas empezaron a movilizarse contra los obreros. El ejército fue reconstruido con dólares y consejeros estadounidenses con base en un decreto firmado por Lechín, entre otros. Este ejército se hizo tristemente célebre por sus sangrientas matanzas de mineros combativos. Para 1957 el MNR estaba lo suficientemente seguro como para invitar a EE.UU. a que tomara las riendas de la economía boliviana bajo el “Plan Triangular” de austeridad y rompimiento de sindicatos.
Cuando el GI habla hoy de manera efusiva sobre la participación de los mineros de la FSTMB en las protestas, sólo está tratando de engañar a los lectores desinformados para que crean que la FSTMB es aún la punta de lanza de un proletariado combativo. Esto es pura chicanería. Entre 1985 y 1987 la compañía minera estatal del estaño redujo su número de trabajadores de 30 mil a 7 mil; luego las operaciones fueron privatizadas. La Biblioteca del Congreso [de EE.UU.], en su estudio sobre Bolivia, señala, “La reestructuración del sector minero nacionalizado, en especial los despidos masivos, había diezmado a la FSTMB.” De hecho, la mayoría de la gente que hoy trabaja en la industria se dedica, junto a sus familias, a pepenar lo que queda de las minas cerradas o a la búsqueda de minerales en los ríos, vendiendo lo que encuentran en el mercado negro o en la calle. Su posición atomizada los acerca más a los buscadores de minas pequeñoburgueses que a los proletarios.
La COB, la histórica federación sindical de 1952, también ha cambiado radicalmente. Como Herbert S. Klein comenta en A Concise History of Bolivia [Una historia concisa de Bolivia] (2003): “La base de la izquierda radical ha sido transformada con el declive de la vieja central obrera, la COB, y la FSTMB minera y el surgimiento de las nuevas organizaciones campesinas… Pronto la CSUTCB [confederación campesina] obtuvo una mayoría en la COB y al final dominó su dirección y reorientó sus demandas hacia nuevos temas.”
Es una consecuencia lógica de las recientes protestas que el nuevo dirigente de Bolivia sea un campesino. Su cosecha, así como la de su base social, es la hoja de coca, que luego del colapso del mercado del estaño se ha convertido en un producto de exportación clave. ¡De hecho, el “sindicato” de cocaleros ha remplazado a la FSTMB como el componente más fuerte de la COB!
Los programas de erradicación de drogas impuestos por EE.UU. —llevados a cabo tanto por los gobiernos Demócratas como por los Republicanos— han arruinado financieramente a los cocaleros de Bolivia. Morales busca cooperar con EE.UU. para erradicar la producción de cocaína con la esperanza de que Washington le permita “despenalizar” la hoja de coca. La coca tiene muchos usos tradicionales. Muchos la mastican para aliviar dolores ocasionados por el hambre —un poderoso aliciente en el segundo país mas pobre del Hemisferio Occidental—. El gobierno de Bush, sin embargo, es previsiblemente hostil a cualquier cosa que tenga que ver con la coca. Esto pone a Morales en una situación difícil entre su base social y los imperialistas a quienes busca calmar. Como marxistas nos oponemos a la “guerra contra las drogas” de los gobernantes estadounidenses y llamamos por despenalizar el uso de drogas.
¡Por la revolución socialista en toda América!
Un gran número de comentaristas ha predicho que si Morales no lleva a cabo sus promesas electorales caerá como los dos presidentes anteriores. Esto puede ser verdad. Pero, de nuevo, Bolivia ha tenido casi 200 gobiernos desde que se independizó de España en 1825, y cada uno ha administrado la explotación económica y la miseria. Muestra la debilidad de la burguesía boliviana que un presidente puede ser derrocado en gran medida a través de actividades tan simples como el bloqueo de las rutas principales. En el contexto de un enorme atraso, la inestabilidad de Bolivia recuerda lo que Trotsky, refiriéndose a la ebullición social crónica en España, llamó “convulsiones crónicas en las cuales halla su expresión la enfermedad inveterada de una nación que se ha quedado atrás” (“La Revolución en España”, 24 de enero de 1931).
Confinados a las fronteras de Bolivia y con el proletariado ausente como fuerza organizada, los levantamientos sociales que se derivan de la inestabilidad del país sólo pueden terminar en alguna variante de gobierno capitalista. Lo que es crucialmente necesario es la construcción de un partido obrero revolucionario que pueda unir las luchas de las masas empobrecidas de Bolivia —particularmente las de los proletarios existentes— con la poderosa clase obrera que existe en otros países de América Latina, EE.UU. y otros lugares. Tal partido tiene que ser establecido en América Latina en oposición tajante a los nacionalistas burgueses y políticos reformistas de todo tipo.
También tiene que ser construido en oposición al chovinismo nacional que ha caracterizado por mucho tiempo incluso a la política “izquierdista” boliviana. El POR de Guillermo Lora concentró en gran medida su oposición a la dictadura de Hugo Banzer en los años 70 en acusaciones de que había vendido la “madre patria” a Chile y Perú. El POR también acusaba a Banzer de traicionar la “gran tarea nacional” de recuperar el acceso al océano —un llamado implícito para la guerra con el afán de revertir la derrota de Bolivia frente a Chile a finales del siglo XIX—. La última vez que la encerrada Bolivia intento conquistar un “camino al mar”, la intentona culminó en la sangrienta Guerra del Chaco de 1932-35, en la que Bolivia enfrentó a Paraguay por la región potencialmente rica en petróleo de El Chaco y el acceso al Río Paraguay como ruta al Océano Atlántico. Con la Standard Oil en apoyo de Bolivia y la Shell Oil del lado de Paraguay, la guerra terminó en una derrota para Bolivia e intensificó el nacionalismo boliviano. Cuán enraizado está este sentimiento nacionalista se demostró en las recientes protestas de la “guerra del gas”, con las rampantes denuncias chovinistas contra Chile por “robar” el gas natural de Bolivia.
La tarea de arrancar a Centro y Sudamérica del atraso y la subyugación al imperialismo recae en el proletariado de la misma región. Como Trotsky subrayó en el “Manifiesto de la Cuarta Internacional sobre la guerra imperialista y la revolución proletaria mundial” (mayo de 1940):
“La consigna que presidirá la lucha contra la violencia y las intrigas del imperialismo mundial y contra la sangrienta explotación de las camarillas compradoras nativas será, por lo tanto: Por los estados unidos soviéticos de Sud y Centro América…
“Sólo bajo su propia dirección revolucionaria el proletariado de las colonias y las semicolonias podrá lograr la colaboración firme del proletariado de los centros metropolitanos y de la clase obrera mundial. Sólo esta colaboración podrá llevar a los pueblos oprimidos a su emancipación final y completa con el derrocamiento del imperialismo en todo el mundo.”
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/26/bolivia.html
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2016.05.24 02:37 ShaunaDorothy Bolivia: Trotskismo vs. nacionalismo burgués (2006)

https://archive.is/EtVWA
La elección de Evo Morales como presidente de Bolivia en diciembre pasado fue aclamada internacionalmente por sectores de activistas liberales “antiglobalización” y socialdemócratas como un golpe contra el imperialismo estadounidense, basados en gran parte en la promesa de Morales de nacionalizar el petróleo y las reservas de gas. Al frente del Movimiento Al Socialismo (MAS), Morales ganó con una absoluta mayoría de votos y la más grande y aplastante victoria desde el fin del militarismo en 1982. Mucho del apoyo a Morales proviene del hecho de que es un indígena aimará, hijo de un pastor, en un país marcado por un profundo racismo antiindígena. El New York Times, en un reportaje sobre la toma de posesión de Morales (22 de enero) comentaba que su elección puede representar “el vuelco más radical en la persistente inclinación hacia la izquierda en Sudamérica hasta el momento, con un potencial para tener un gran impacto más allá de las fronteras de esta nación andina sin salida al mar”.
El gobierno de Bush, que ha regañado a Morales por su apoyo a los productores de hoja de coca en Bolivia, ha respondido cautelosamente a su elección. El Washington Post (21 de febrero) opinó en un artículo titulado “Funcionarios de EE.UU. suavizan actitud hacia el nuevo presidente izquierdista de Bolivia” que “al menos por ahora, el gobierno de Bush tiene la esperanza de que Evo Morales, quien alguna vez amenazó con convertirse en ‘la peor pesadilla para Estados Unidos’, sea alguien con quien puedan hacer negocios”. Los imperialistas están también conscientes de que Bolivia es un país muy pobre y que Morales tiene menos recursos a su disposición que Hugo Chávez en una Venezuela rica en petróleo.
Morales, un nacionalista burgués, está comprometido con un “capitalismo andino” y el “libre comercio”. Inmediatamente después de su elección viajó a Santa Cruz, un centro de la elite de negocios boliviana en el oriente del país, donde expresó simpatía a su demanda por la autonomía de esta zona respecto de la empobrecida región occidental. Morales también aceptó privatizar El Mutún, una de las minas de hierro más grandes del mundo, y ha buscado reforzar el respaldo de la burguesía nombrando en su gabinete a una galería de auténticos delincuentes entre hombres de negocios sombríos y seguidores de sus predecesores “neoliberales”. Así, Morales otorgó el Ministerio de Minería a Walter Villarroel, quien en un periodo anterior en el gobierno tuvo un papel de suma importancia en el desmantelamiento de la estatal Corporación Minera Boliviana (COMIBOL) y en la privatización de operaciones mineras. Tan sólo el mes pasado, trabajadores del Lloyd Aéreo Boliviano, la principal aerolínea del país, que estaban en huelga exigiendo que se nacionalice la compañía, tuvieron un enfrentamiento con la policía después de que Morales ordenara a las fuerzas policiales y militares tomar el control de los aeropuertos del país para romper la huelga.
Al llamar por “nacionalizar” los recursos naturales de Bolivia, Morales hace eco a un programa que tiene mucho tiempo ya en América Latina. La demanda principal de las protestas del año pasado en Bolivia por la nacionalización del petróleo y el gas es apoyable como medida de autodefensa nacional por parte de un país semicolonial frente a los imperialistas, a pesar de no tener un carácter socialista en absoluto. Con respecto a la expropiación de la industria petrolera por el régimen nacionalista burgués de Cárdenas en México en 1938, el dirigente marxista revolucionario León Trotsky escribió:
“El México semicolonial está luchando por su independencia nacional, política y económica. Tal es el significado básico de la revolución mejicana en esta etapa. Los magnates del petróleo no son capitalistas de masas, no son burgueses corrientes. Habiéndose apoderado de las mayores riquezas naturales de un país extranjero, sostenidos por sus billones y apoyados por las fuerzas militares y diplomáticas de sus metrópolis, hacen lo posible por establecer en el país subyugado un régimen de feudalismo imperialista, sometiendo la legislación, la jurisprudencia y la administración... La expropiación del petróleo no es ni socialista ni comunista. Es una medida de defensa nacional altamente progresista.”
—“México y el imperialismo británico”, 5 de junio de 1938
Bolivia misma no es una extraña a las nacionalizaciones, aun en la industria petrolera. El gobierno militar de David Toro (1936-37) nacionalizó la Standard Oil Company de Bolivia sin compensación, creando una compañía petrolera estatal. Esta compañía se apoderó la Gulf Oil Company de Bolivia en 1969. Fue hasta 1996 que porciones significativas de las operaciones petroleras y del gas natural fueron privatizadas. Hoy la compañía brasileña Petrobras controla alrededor del 51 por ciento de las extensas reservas bolivianas de gas natural y 95 por ciento de su capacidad de refinería. Sin embargo, la mayoría de las reservas de gas natural no están siendo explotadas. La Asociación de Organizaciones de Productores Ecológicos de Bolivia señaló en un informe de 2005 que “Bolivia tiene ocho sectores que generan más empleo que el gas” y además “el sector petrolero en su totalidad proporciona trabajo a unas 600 personas, en su mayor parte extranjeros”.
El llamado actual de Morales por “nacionalizaciones” implica muy probablemente simples incrementos en los impuestos. Morales dijo al socialdemócrata In These Times (enero de 2006): “Nosotros queremos imponer impuestos a las transnacionales de una manera justa, y redistribuir el dinero a las pequeñas y medianas empresas.” En las elecciones presidenciales de diciembre, no sólo Morales sino cada uno de los candidatos propuso en alguna forma el llamado por la nacionalización de la industria del gas natural. Como hábil político, Morales busco sonar más radical que sus competidores, mientras simultáneamente trataba de no distanciarse demasiado de la burguesía boliviana ni de los imperialistas.
La “revolución” boliviana de 2005
El precursor inmediato de la elección de Morales consistió en una serie de levantamientos populares desde mayo hasta junio del año pasado. Los manifestantes protestaron contra el “neoliberalismo”: las privatizaciones generalizadas de instalaciones estatales y las medidas de austeridad dictadas por el FMI. La derrota de la huelga general de 1985 permitió estas medidas, lo que tuvo como resultado la privatización de minas bolivianas y otros recursos naturales, así como de las telecomunicaciones y el transporte. Mineros despedidos y campesinos fueron forzados a sobrevivir mediante pequeños negocios familiares u otras formas de autoempleo. Muchos de estos se mudaron a El Alto, originalmente un suburbio de la ciudad capital de La Paz, pero que es ahora una entidad independiente con una población aproximada de 800 mil personas.
El levantamiento de 2005 fue la última en una serie de luchas desesperadas de las masas empobrecidas de Bolivia. En el año 2000 hubo protestas plebeyas a gran escala en la tercera ciudad más grande de Bolivia, Cochabamba, luego de que el gobierno de Hugo Banzer accediera a las demandas del Banco Mundial y vendiera el sistema de agua de la ciudad a la Bechtel y otras corporaciones de países imperialistas, lo que condujo a incrementos en los precios del agua de al menos 200 por ciento. Esta “guerra del agua” llevó a que Bechtel abandonara su parte y demandara a Bolivia por pérdidas ante los tribunales estadounidenses. Otra revuelta explotó en septiembre de 2003 ante el anuncio de que las recientemente descubiertas reservas de gas natural serían conducidas por un oleoducto a través de Chile, un blanco histórico del nacionalismo boliviano desde la victoria de Chile en la “Guerra del Pacífico” de 1879-83, en la que Bolivia perdió su costa y su salida al mar. La “guerra del gas” de 2003 terminó con la designación del vicepresidente de Gonzalo Sánchez de Lozada, Carlos Mesa, como presidente, en una jugada en la que Morales fue pieza clave.
Las protestas y huelgas de mayo-junio de 2005 estallaron en El Alto luego de que el Congreso aprobara la ley de hidrocarburos propuesta por Mesa, la cual favorecía a los imperialistas. Los manifestantes hicieron numerosas demandas, incluyendo la de nacionalizar el gas y otros recursos, oponerse a la autonomía de la provincia más rica de Santa Cruz, y enjuiciar a Sánchez de Lozada por el asesinato de manifestantes en la “guerra del gas”. Mesa renunció el 6 de junio y se lanzó una convocatoria a elecciones para diciembre.
Las protestas de El Alto reflejaron la determinación de las masas oprimidas por resistir la explotación imperialista. Pero romper las cadenas de la opresión imperialista requiere una revolución proletaria dirigida por un partido programáticamente suficiente, es decir, un partido leninista-trotskista, para aplastar el dominio capitalista y establecer un estado obrero. Tal revolución ha de tener la perspectiva de extenderse por toda América Latina y, crucialmente, a los países capitalistas avanzados, particularmente EE.UU. Pero lo que ha faltado desde los inicios de las protestas en Bolivia es la participación de un proletariado organizado. A su vez, esto refleja no sólo la visión nacionalista pequeñoburguesa de los dirigentes de las protestas, sino también la devastación material y atomización de la clase obrera desde los años 80. Así, una de las razones de la burguesía para cerrar las minas estatales de estaño fue deshacerse de los miles de mineros, que habían estado entre los obreros con mayor conciencia de clase en América Latina.
El cambio en la composición social de las recientes protestas ha sido notado por numerosos individuos, incluyendo algunos que aplauden los “movimientos sociales” de Bolivia. Así, en un articulo que se encuentra en el website de la organización reformista Left Turn, “El Alto: Epicentro de la nueva resistencia boliviana” (19 de enero de 2005), Jim Straub escribió:
“Las ‘reformas’ económicas del FMI y el Banco Mundial barrieron con sectores enteros de la economía Boliviana —minería, manufactura y el sector público— que empleaban grandes números de revolucionarios organizados…
Denegada la supervivencia en sectores como la minería o el servicio público, los bolivianos desempleados gravitaron en torno a las pocas industrias donde había alguna oportunidad económica: el sector informal —que significa básicamente el masivo mercado negro y las ventas callejeras que dominan América Latina hoy día— y el cultivo de coca…
Mientras que antes mineros y obreros fabriles armados derrocaban gobiernos, el año pasado fueron las asociaciones indígenas de trabajadores de mercados informales y cocaleros combativos quienes forzaron al corrupto presidente Sánchez de Lozada a renunciar y abandonar el país.”
La revolución permanente y Bolivia
En países de desarrollo desigual y combinado, la debilidad de la burguesía nacional y la dependencia en el imperialismo hacen imposibles los logros alcanzados por la Revolución Francesa y otras revoluciones burguesas clásicas, las cuales sentaron las bases para la modernización económica y la creación de una sociedad industrial. Como Trotsky escribió en La revolución permanente (1931):
“Con respecto a los países de desarrollo burgués retrasado, y en particular de los coloniales y semicoloniales, la teoría de la revolución permanente significa que la resolución íntegra y efectiva de sus fines democráticos y de su emancipación nacional tan sólo puede concebirse por medio de la dictadura del proletariado, empuñando éste el Poder como caudillo de la nación oprimida y, ante todo, de sus masas campesinas.”
Al explicar la perspectiva de la revolución permanente, Trotsky subrayó que: “La conquista del Poder por el proletariado no significa el coronamiento de la revolución, sino simplemente su iniciación. La edificación socialista sólo se concibe sobre la base de la lucha de clases en el terreno nacional e internacional.” La Revolución Rusa de 1917 rompió el imperialismo en su “eslabón más débil”: un país atrasado y principalmente campesino. Generalizando a partir de esta experiencia, Trotsky insistió en que el orden socialista, que proveerá abundancia material para todos, no puede ser construido en los confines de un solo estado. A fin de cuentas, el sistema capitalista tenía que ser destruido en sus puntos más fuertes, los estados industrializados avanzados. Había que vincular a los proletarios de los países más atrasados con sus hermanos de clase en Occidente a través de un partido revolucionario internacional.
La lucha de las masas obreras en Bolivia ha sido una confirmación negativa de la perspectiva de la revolución permanente. En 1952, en 1970-71 y de nuevo en 1985 el proletariado, con los mineros del estaño a la cabeza, llevó a cabo acciones poderosas, casi hasta e incluyendo la insurrección tal cual. Pero estas luchas fueron traicionadas por los falsos dirigentes obreros, quienes ataron al proletariado a su enemigo de clase sermoneando que es necesario aliarse con la supuesta burguesía “antiimperialista”. Los gobiernos de coalición (frentes populares) en los que los falsos dirigentes obreros participaron junto con los nacionalistas burgueses fortalecieron las fuerzas de la reacción capitalista, llevando una y otra vez a golpes militares y gobiernos bonapartistas.
Si bien las luchas pasadas fueron derrotadas debido a las traiciones de la dirigencia obrera, la devastación material de Bolivia —en particular el cierre de las minas de estaño y gran parte de la industria— plantea otro problema. El instrumental proletario para derrocar al capitalismo ha sido cualitativamente reducido. Echando un vistazo tan sólo a la relación de fuerzas dentro de Bolivia, este periodo no ofrece buenos augurios en la lucha contra el imperialismo y sus agentes de la burguesía local. Como Trotsky subrayó en La revolución permanente:
“En las condiciones de la época imperialista, la revolución nacional-democrática sólo puede ser conducida hasta la victoria en el caso de que las relaciones sociales y políticas del país de que se trate hayan madurado en el sentido de elevar al proletariado al Poder como director de las masas populares. ¿Y si no es así? Entonces, la lucha por la emancipación nacional dará resultados muy exiguos, dirigidos enteramente contra las masas trabajadoras...”
Los militantes radicalizados por las depredaciones del imperialismo y el capitalismo en Bolivia deben entender la necesidad de vincular las luchas de las masas bolivianas con las de países vecinos como Brasil, Chile y Argentina, donde existen concentraciones proletarias más viables, así como con las luchas de la clase obrera norteamericana. Esta perspectiva proletaria-internacionalista está dolorosamente ausente entre los seudomarxistas que se han entusiasmado con las recientes protestas y sus dirigencias pequeñoburguesas y nacionalistas burguesas.
Un caso ejemplífico en EE.UU. es el de la reformista International Socialist Organization (ISO, Organización Socialista Internacional), que celebró la renuncia de Mesa en un artículo del Socialist Worker (17 de junio de 2005) titulado “¡Victoria en Bolivia!” donde exclamaron: “A pesar de que la lucha por la nacionalización del gas y el petróleo aún no está resuelta, los movimientos sociales han dado un golpe espectacular a la oligarquía boliviana y el imperialismo estadounidense.”
También fatuamente entusiasmado por el levantamiento de 2005 está el Grupo Internacionalista (GI), cuyos miembros fundadores terminaron fuera de la Liga Comunista Internacional (LCI) a mediados de los años 90 debido a sus apetitos incontenibles por echar porras a fuerzas muy lejanas a la clase obrera. El GI nos señala con el dedo acusador en su Internationalist (diciembre de 2005). Pontifican:
“Por su parte, la ahora centrista tendencia espartaquista ha alcanzado un nuevo nadir histórico: los miembros de su grupo mexicano nos han criticado por plantear la formación de soviets en los sucesos bolivianos de mayo-junio. Dicen que se trata de algo imposible pues, según ellos, ‘no existe en Bolivia hoy en día una clase obrera’ (olvídense de las miles de fábricas que se ubican tan sólo en la ciudad de El Alto). En otras palabras, estos seudotrotskistas creen que es imposible una revolución socialista en Bolivia.”
A pesar de que el GI evoca “miles de fábricas que se ubican tan sólo en la ciudad de El Alto”, éstas no son, en su mayoría, “fábricas” en el significado usual de la palabra, sino pequeños talleres textiles y maquiladoras familiares. Como lo pone Straub, se trata de “gente sin un trabajo regular, sin representación sindical o incluso sin el proverbial Patrón contra el cual luchar”. Todo esto además de la gran tasa de desempleo en El Alto.
Escribiendo en CounterPunch (14 de octubre de 2005), Raúl Zibechi señala:
“Con respecto al empleo, El Alto se caracteriza por el autoempleo. Setenta por ciento de la población empleada trabaja en negocios familiares (50%), o sectores de seminegocios (20%). Estos trabajos son en su mayoría en los negocios de ventas y restaurantes (95% de la población empleada), seguidos por la construcción y la manufactura.”
Lo que frecuentemente pasa como “sindicatos” son en verdad grupos de artesanos y de autoempleados. Uno de estos casos es la Central Obrera Regional (COR), que fue un componente principal de las protestas de El Alto. Notando el surgimiento de federaciones de trabajo para mercaderes y artesanos en los años 70 con “una fuerte identidad obrera territorial”, Zibechi escribió: “Así, emergieron sindicatos y organizaciones de artesanos y vendedores, panaderos y carniceros, que en 1988 crearon la COR, que ahora incluye empleados de bares locales, casas de huéspedes y municipales. Estos grupos están mayoritariamente compuestos de dueños de negocios pequeños y trabajadores autoempleados, un sector social que en otros países no suele organizarse.”
Al leer la narrativa grandilocuente del GI sobre los sucesos ocurridos en Bolivia (tomados de su website bajo el pomposo nombre de “Bolivia: Batallas de clase en los Andes”), uno nunca sabría que ha habido cambios en el mundo en los últimos 20 años, ni en Bolivia ni en ningún otro lugar. El GI niega la magnitud de la destrucción contrarrevolucionaria de la Unión Soviética y el retroceso en la conciencia proletaria alrededor del mundo que acompaña esta derrota. El propósito de esto es embellecer una realidad existente con la esperanza de hacer pasar como “revolucionarias” las extrañas fuerzas de clase a las que se acomodan —ya sean desgastados traidores estalinistas del estado obrero deformado de la RDA en Alemania oriental, sindicalistas oportunistas en Brasil, o similares (ver “El ‘grupo’de Norden: Vergonzosos desertores del trotskismo”, Boletín Internacional No. 38, diciembre de 2000, que se puede ordenar a la dirección dada al final de la presente traducción)—.
El GI es un maestro consumado en negar la realidad. Puede conjurar una sección fraternal en Ucrania con base en falsedades (ver “La idiotez de las villas Potemkin del GI ad absurdum”, Workers Vanguard No. 828, 11 de junio de 2004). El GI puede conjurar un proletariado donde a duras penas existe, si acaso, mientras por otro lado ignora poderosas concentraciones de clase obrera. Así, es notable que mientras el GI ha escrito toneladas de artículos sobre Bolivia (literalmente siete en solamente su publicación del verano de 2005), en gran medida ha ignorado el oriente asiático —China, Japón y Corea— que se ha convertido en el corazón industrial del mundo.
La Revolución de 1952
En 1952 la clase obrera boliviana, bajo la dirección de los mineros del estaño organizados en el sindicato minero FSTMB, fueron la punta de lanza de una oportunidad prometedora de revolución obrera. En abril de ese año una intentona de golpe detonó una insurrección en la que los obreros armados derrotaron al ejército. Se formó una poderosa federación obrera, la Central Obrera Boliviana (COB), que se convirtió en la autoridad principal no sólo para los obreros sindicalizados sino también para la mayoría del campesinado y la pequeña burguesía urbana. Mientras los mineros exigían el control obrero de las recientemente nacionalizadas minas de estaño y los campesinos se anticipaban a la prometida reforma agraria tomando extensos terrenos, el dirigente de la COB, Juan Lechín, se unía al gobierno burgués de Víctor Paz Estensoro y su Movimiento Nacionalista Revolucionario (MNR). Así, Lechín y otros “ministros obreros” se convirtieron en el instrumento de la burguesía utilizado para subordinar a las masas que se levantaban para enfrentar al régimen capitalista.
En ese momento, el POR (Partido Obrero Revolucionario), una organización autoproclamada trotskista, disfrutaba de gran influencia en la dirección ejecutiva de la COB. El POR estaba dirigido por Guillermo Lora, quien se hizo famoso por su menchevismo nacional y su desprecio por cualquier cosa fuera de las fronteras de Bolivia, vociferando que “Bolivia constituye la experiencia más rica del trotskysmo mundial”. Lora demostró su desprecio por las lecciones de la Revolución Rusa, y no en menor medida por la necesidad de la independencia política de la clase obrera. El POR apoyó la entrada de Lechín al gobierno burgués, manifestando que “apoya a la fracción de izquierda del nuevo gabinete” y pidieron a Paz Estensoro “consumar las expectativas de los obreros constituyendo un gabinete compuesto exclusivamente por hombres de izquierda de su partido [¡burgués!].” En contraposición, los bolcheviques en 1917 se rehusaron a dar apoyo alguno al gobierno burgués de Kerensky, denunciaron a los traidores de clase reformistas, mencheviques y socialrevolucionarios que se unieron al gobierno, y dirigieron a las masas obreras al aniquilamiento del gobierno burgués mediante una revolución proletaria (ver “Revolución y contrarrevolución en Bolivia”, Spartacist [Edición en español] No. 18, octubre de 1986).
La nacionalización de las minas de estaño y una modesta reforma agraria fueron algunas de las concesiones de la burguesía boliviana en 1952 como medio para contener la revolución. Sin embargo, como los eventos posteriores lo demostraron, tales reformas son eminentemente reversibles. De hecho, en cuanto la amenaza de revolución social se alejó, los capitalistas empezaron a movilizarse contra los obreros. El ejército fue reconstruido con dólares y consejeros estadounidenses, con base en un decreto firmado por Lechín, entre otros. Este ejército se hizo tristemente célebre por sus sangrientas matanzas de mineros combativos. Para 1957 el MNR estaba lo suficientemente seguro como para invitar a EE.UU. a que tomara las riendas de la economía boliviana bajo el “Plan Triangular” de austeridad y rompimiento de sindicatos.
Cuando el GI habla hoy de manera efusiva sobre la participación de los mineros de la FSTMB en las protestas, sólo está tratando de engañar a los lectores desinformados para que crean que la FSTMB es aún la punta de lanza de un proletariado combativo. Esto es pura chicanería. Entre 1985 y 1987 la compañía minera estatal del estaño redujo su número de trabajadores de 30 mil a 7 mil; luego las operaciones fueron privatizadas. La Biblioteca del Congreso [de EE.UU.], en su estudio sobre Bolivia, señala, “La reestructuración del sector minero nacionalizado, en especial los despidos masivos, había diezmado la FSTMB.” De hecho, la mayoría de la gente que hoy trabaja en la industria se dedica, junto a sus familias, a pepenar lo que queda de las minas cerradas o a la búsqueda de minerales en los ríos, vendiendo lo que encuentran en el mercado negro o en la calle. Su posición atomizada los acerca más a los buscadores de minas pequeñoburgueses que a los proletarios.
La COB, la histórica federación sindical de 1952, también ha cambiado radicalmente. Como Herbert S. Klein comenta en A Concise History of Bolivia [Una historia concisa de Bolivia] (2003): “La base de la izquierda radical ha sido transformada con el declive de la vieja central obrera, la COB, y la FSTMB minera y el surgimiento de las nuevas organizaciones campesinas… Pronto la CSUTCB [confederación campesina] obtuvo una mayoría en la COB y al final dominó su dirección y reorientó sus demandas hacia nuevos temas.”
Es una consecuencia lógica de las recientes protestas que el nuevo dirigente de Bolivia sea un campesino. Su cosecha, así como la de su base social, es la hoja de coca, que luego del colapso del mercado del estaño se ha convertido en un producto de exportación clave. ¡De hecho, el “sindicato” de cocaleros ha remplazado a la FSTMB como el componente más fuerte de la COB!
Los programas de erradicación de drogas impuestos por EE.UU. —llevados a cabo tanto por los gobiernos Demócratas como por los Republicanos— han arruinado financieramente a los cocaleros de Bolivia. Morales busca cooperar con EE.UU. para erradicar la producción de cocaína con la esperanza de que Washington le permita “despenalizar” la hoja de coca. La coca tiene muchos usos tradicionales. Muchos la mastican para aliviar dolores ocasionados por el hambre —un poderoso aliciente en el segundo país mas pobre del Hemisferio Occidental—. El gobierno de Bush, sin embargo, es previsiblemente hostil a cualquier cosa que tenga que ver con la coca. Esto pone a Morales en una situación difícil entre su base social y los imperialistas a quienes busca calmar. Como marxistas, nos oponemos a la “guerra de las drogas” de los gobernantes estadounidenses y llamamos por despenalizar el uso de drogas.
¡Por la revolución socialista en toda América!
Un gran número de comentadores ha predicho que si Morales no lleva a cabo sus promesas electorales, caerá como los dos presidentes anteriores. Esto puede ser verdad. Pero, de nuevo, Bolivia ha tenido casi 200 gobiernos desde que se independizó de España en 1825, y cada uno ha administrado la explotación económica y la miseria. Es debido a lo débil de la burguesía boliviana que un presidente puede ser derrocado principalmente por actividades tan simples como bloqueo de las rutas principales. En el contexto de un enorme atraso, la inestabilidad de Bolivia recuerda lo que Trotsky, refiriéndose a la ebullición social crónica en España, llamó “convulsiones crónicas en las cuales halla su expresión la enfermedad inveterada de una nación que se ha quedado atrás” (“La Revolución en España”, 24 de enero de 1931).
Confinados a las fronteras de Bolivia y con el proletariado ausente como fuerza organizada, los levantamientos sociales que se derivan de la inestabilidad del país sólo pueden terminar en alguna variante de gobierno capitalista. Lo que es crucialmente necesario es la construcción de un partido obrero revolucionario que pueda unir las luchas de las masas empobrecidas de Bolivia —particularmente las de los proletarios existentes— con la poderosa clase obrera que existe en otros países de América Latina, EE.UU. y otros lugares. Tal partido tiene que ser establecido en América Latina en oposición tajante a los nacionalistas burgueses y políticos reformistas de todo tipo.
También tiene que ser construido en oposición al chovinismo nacional que ha caracterizado por mucho tiempo incluso a la política “izquierdista” boliviana. El POR de Guillermo Lora concentró en gran medida su oposición a la dictadura de Hugo Banzer en los años 70 acusándolo de que había vendido la “madre patria” a Chile y Perú. El POR también acusaba a Banzer de traicionar la “gran tarea nacional” de recuperar el acceso al océano —un llamado implícito para la guerra con el afán de revertir la derrota de Bolivia frente a Chile a finales del siglo XIX—. La última vez que la encerrada Bolivia intento conquistar un “camino al mar”, la intentona culminó en la sangrienta Guerra del Chaco de 1932-35, en la que Bolivia enfrentó a Paraguay por la región potencialmente rica en petróleo de El Chaco y el acceso al Río Paraguay como ruta al Océano Atlántico. Con la Standard Oil en apoyo de Bolivia y la Shell Oil del lado de Paraguay, la guerra terminó en una derrota para Bolivia e intensificó el nacionalismo boliviano. Cuán enraizado está este sentimiento nacionalista se demostró en las recientes protestas de la “guerra del gas”, cuando las denuncias chovinistas contra Chile por “robar” el gas natural de Bolivia fueron rampantes.
La tarea de arrancar a Sud y Centroamérica del atraso y la subyugación al imperialismo recae en el proletariado de la misma región. Como Trotsky subrayó en el “Manifiesto de la Cuarta Internacional sobre la guerra imperialista y la revolución proletaria mundial” (mayo de 1940):
“La consigna que presidirá la lucha contra la violencia y las intrigas del imperialismo mundial y contra la sangrienta explotación de las camarillas compradoras nativas será, por lo tanto: Por los estados unidos soviéticos de Sud y Centro América…
“Sólo bajo su propia dirección revolucionaria el proletariado de las colonias y las semicolonias podrá lograr la colaboración firme del proletariado de los centros metropolitanos y de la clase obrera mundial. Sólo esta colaboración podrá llevar a los pueblos oprimidos a su emancipación final y completa con el derrocamiento del imperialismo en todo el mundo.”
http://www.icl-fi.org/espanol/leaflets/bolivia.html
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2014.12.03 19:59 vettoniano ¿Qué es para tí Podemos, hoy?

Que pasa si pones en google “significado de depresión”
1ª Acepción:
Parte o porción de la superficie de una cosa, especialmente de un terreno, inferior o más hundida que las partes que la rodean.
Parece que podría aplicarse a España no?. Es cierto que a ese porción de terreno que llamamos España, está más hundida, o se encuentra inferior a otros terrenos cercanos?. Parece que la definición topográfica del término alude directamente al estado socio-económico y psicológico de los españoles.
2ª Acepción
Enfermedad o trastorno mental que se caracteriza por una profunda tristeza, decaimiento anímico, baja autoestima, pérdida de interés por todo y disminución de las funciones psíquicas.
Profunda tristeza, parece que sí, al menos de una gran parte. Decaimiento anímico: parece que sí. Baja autoestima: parece que sí. Pérdida de interés por todo: parece que sí. Disminución de las funciones psíquicas: al menos en una minoría parece que sí.
100 x 100 de coincidencia. Se puede concluir que España padece una enfermedad que los científicos denominan depresión, y que sus síntomas concuerdan completamente, por tanto el diagnóstico es claro.
¿Cómo curamos al enfermo?, no encontraremos ningún buscador que nos de soluciones para la depresión de un estado, sólo encontraremos respuestas y medidas para un individuo en particular.
El deprimido quiere aislarse, se oculta, se esconde, no quiere que los demás lo vean, no se siente con fuerzas para continuar el camino. Sin metas, sin ilusiones y sin sueños, su vida no tienen sentido, no encuentra el sentido. Cualquier experto te diría que lo primero es ventilar la habitación, que entre el sol y el aire fresco.
¿Qué es en la actualidad ese aire fresco que renueva el ambiente?, la respuesta compañeros-as es Podemos.
Podemos no es la pastilla de colores que calma el dolor, y el sufrimiento. Podemos no es la terapia intensiva que se alarga en el tiempo y que hace que la falta de sentido, se encaje en nuestro cerebro y que el paso del tiempo arrincone su frustración para poder continuar adelante. Podemos no son los paños calientes que aventuran la vuelta de la enfermedad en un futuro incierto.
PODEMOS es el cambio de vida, de arriba a abajo y de abajo a arriba, la regeneración, el viento que todo lo mueve para conformarlo de otra manera, no lo cambia de sitio, lo modifica y transforma. Podemos es la energía que hace que el río fluya, que nunca sea el mismo. Que hace que la duna se mueva y se transforme. Eso que ni se crea ni se destruye, eso que se transforma. ESO QUIERO QUE SEA PODEMOS.
Que esa energía nos impulse hacia delante, que nos empuje a conseguir los anhelos, a subir la autoestima perdida, a interesarnos por los que tenemos a nuestro lado, para que la tristeza cambie de bando y llegue la alegría a todos, para que nuestra mente liberada ponga en marcha los mecanismos necesarios para saber que no estamos solos, ni aislados. Que hay esperanza, y muchos sueños por cumplir todavía, es pronto para rendirse cuando la batalla acaba de empezar.
¿Qué es para ti Podemos, hoy?
Saludos, sí se puede!!
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