Encontrar crime em sua vizinhança

U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 2: Que se lixe isto, vou comprar um carro]

2020.09.28 10:24 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 2: Que se lixe isto, vou comprar um carro]

Olá amigos. Hoje vamos falar de carros, um assunto que me é muito querido.

Take-Aways Principais

Driving is love, driving is life

Quando tinha 14 anos os meus pais deram-me uma motinha de 50cc velhinha. Tinha dezenas de milhares de quilómetros, estava a precisar de algum trabalho, gastava muita (MUITA) gasolina, mas era minha. A partir desse dia tornei-me independente: tinha a possibilidade de ir onde quisesse, quando quisesse. Toda a cidade passou a estar acessível no espaço de minutos e não horas, e as aldeias envolventes em "meias horas" e não horas. Deixei de ter que pedir para que me levassem aos sítios, passei a ir quando queria ou precisava. Com algum dinheiro da mesada podia ir saindo com os amigos e começando a ter uma vida mais "adulta". Pouco tempo depois, ainda por volta dos 14, aprendi a conduzir carros também (em estradas privadas, claro).
O valor desta transição é absolutamente imensurável no desenvolvimento de um miúdo. Passa a haver responsabilidade. Quando tinha acidentes, o que acontece de certeza, a culpa era minha e havia consequências. O corpo doía, a mota aparecia riscada e a precisar de reparações, e o que não conseguisse fazer eu tinha que encontrar forma de pagar. Os vizinhos queixavam-se do barulho. Quando chovia chovia-me em cima, e quando fazia frio de manhã a mota não queria pegar. Mas! Quando queria ir ao Continente comprar doces podia ir, quando queria ir visitar o meu pai não tinha que pedir boleia a ninguém, e por aí fora.
A experiência de começar a conduzir muito cedo, particularmente no ambiente "controlado" de uma cidade pequena, serve também para desenvolver algum instinto (à falta de melhor expressão) para a condução, nomeadamente para as duas partes fundamentais que as constituem:
Eu não sei como tem sido ultimamente, mas o processo de obter a licença dos 14 anos há quase 20 anos atrás era ridiculamente simples. Eu sinto que isso não é necessariamente mau, pois reduz a barreira de entrada à condução numa altura em que ainda é possível ganhar aquele "jeito" para a condução sem se tornar uma coisa estrangeira e forçada. Tudo somado, foi facilmente uma das experiências que mais serviram para me fazer crescer naquela altura, e algo que pretendo certamente incutir em infelizes filhos que alguma vez venha a ter.
Quando fiz 18 anos deram-me um carro (muito) velhinho para as minhas voltinhas em Coimbra, para onde iria estudar. Mais uma vez, é um privilégio: era muito velhinho, o seguro era baratinho e o imposto também, mas mesmo assim nem toda a gente conseguia ter o seu próprio carro. Por ter carro nunca precisei de usar os autocarros muito regularmente, o que me permitiu poupar noutras coisas: podia fazer as minhas próprias mudanças quando mudava de casa, podia participar em actividades extra-aulas com mais facilidade, etc etc. Fui quase sempre designated driver, mas sempre foi uma responsabilidade que aceitei com muito gosto: é bom de ter a oportunidade de levar os meus amigos a casa em segurança no fim de uma noite de castanhada. Se eu próprio quisesse participar na castanhada, a Maria normalmente voluntariava-se para trazer o carro para casa.
Ter um carro velho, sem modernices como sensores (ahah), GPS, rádio (exacto), direcção assistida ou ABS, permitiu-me fazer certas coisas. Com a liberdade de experimentar, pude tentar fazer várias reparações eu próprio; notavelmente, o disco de embraiagem que neste momento está nesse carro, que ainda anda, fui eu que o coloquei lá. Pude também fazer uso de alguns baldios que há em Coimbra e arredores para aprender a controlar o carro em situações mais extremas; uma espécie de curso de condução em condições adversas do homem pobre. O que é que acontece se tiver que fazer uma travagem de emergência em piso escorregadio? Como compensar a falta de ABS caso as rodas tranquem? E se a traseira deslizar?
Conduzir, para mim, não é um privilégio nem uma mania nem um capricho. É uma das pedras basilares da forma como lido com o dia-a-dia, uma forma inalienável de independência. O transporte pessoal é uma extensão do meu corpo e conduzir é um escape muito, muito importante.

Viver no campo sem carro

Durante os primeiros 6 meses que passei no UK tive que viver sem transporte próprio; apenas conduzi carros alugados por curtos períodos para ver casas ou fazer mudanças. Usei esses meses para me ambientar, deixar passar o primeiro inverno, estabelecer-me no trabalho e tratar de todas aquelas burocracias que discutimos no capítulo anterior. Aguentei todo esse tempo graças ao facto de a empresa para quem trabalho oferecer um serviço de shuttles para funcionários, que liga o campus às cidades e vilas mais próximas, numa das quais eu vivo. Isto permitiu-me não me preocupar com transportes para o trabalho durante meses, o que foi uma benesse incrível.
Estes primeiros meses foram de adaptação, de exploração e de cometer erros parvos. De aprender a perceber os Ingleses, como se comportam nas coisas mais básicas, e de me tentar misturar com eles com sucesso. Eu optei por viver no campo (i.e. significativamente fora das cidades grandes aqui à volta) por várias razões:
Tirando as viagens casa-trabalho-casa, a minha mobilidade estava muito reduzida. Ir a qualquer lado envolvia caminhar uma distância suficientemente grande para me chatear, no mínimo até à estação dos comboios e depois outro tanto onde quer que fosse. Ir às compras era um pau no cu porque tinha que as arrastar pelo monte acima até casa, pelo menos até descobrir que os supermercados entregam em casa por um preço muito muito razoável.
E depois há a rede de transportes. Eu adoro andar de comboio, mas infelizmente aqui é impossível. Nós somos dois, e ir à cidade mais próxima custa-me, pelo menos, umas 20 libras em bilhetes de comboio. Para comparação, demoro uns 25min a chegar lá de carro (mais ou menos o mesmo) e gasto talvez 2 ou 3 libras de combustível. Já para não falar no congestionamento a certas horas, em que não só os bilhetes são estupidamente mais caros, como temos que fazer a viagem toda em pé. Viagens grandes então nem se fala! Eu quero ir à Escócia ver se encontro a Nessie, e a viagem de comboio para 2 pessoas, ida e volta, ia-me custar facilmente 1000£!! Os comboios em si são espectaculares; fazem os nossos velhinhos Intercidades parecer ainda mais velhos e merdosos do que são mesmo.
Aos autocarros aplicam-se comentários semelhantes, com algumas agravantes. Não só são caros como tendem a não andar a horas, são populados com as pessoas mais nojentas que se consiga imaginar, e devem ser limpos à saída da fábrica e nunca mais.
Se calhar sou eu que sou maniento, se calhar acham que sou um snob mal habituado que anda de cu tremido desde cachopo, se calhar acham que devia era viver uns anos sem carro para ver o que é bom. Eu cá acho que paguei as minhas favas e agora mereço andar de carro até me doerem os joellhos. Eu antes quero poder ter carro e viver deslocado da cidade, do que viver no centro e andar no meio do magote enfiado em autocarros bolorentos e metros a cheirar a mijo. São escolhas. Não vejo grande apelo na "vida cultural" da cidade, da qual até posso desfrutar pegando no carrito e indo lá ver o que é o quê.

Comprar um carro

Um dia destes, com a conta do banco recheada de dinheiro de devolução de impostos, decidi que estava na hora de comprar um carro. Andei a ver carros novos e usados, e decidi que o hot hatch era para mim. Algo na vizinhança das 20000 libras, 10 pagas à entrada e outras 10 pagas em prestações durante uns 3 anos. Parecia-me razoável, estava bem dentro dos limites do que podia pagar e não me impedia de ir chegando aos meus objectivos de poupança.
Marquei um test drive e apanhei um comboio até ao stand. Chegado lá, aproveitei para fazer todas as perguntas e mais alguma ao vendedor, entre as quais como funcionaria o financiamento. Aí ele entregou as más notícias: com menos de 3 anos de residência, é virtualmente impossível conseguir financiamento para um carro, muito menos naqueles valores. Chateei-me, chamei um taxi e fui-me embora sem muito mais conversa. Fiquei fodido. Ainda verifiquei junto do meu banco com esperança da que eles, sabendo quanto ganho, etc, fizessem um jeitinho. Os valores a que me podia candidatar era muito mais baixos do que alguma vez funcionariam, por isso desisti do financiamento. Pela primeira vez na minha vida, ia comprar um carro a pronto.
Passei umas semanas a estudar melhor o mercado de usados. Andei a ver no autotrader [1], aparentemente o site mais popular de anúncios de carros. A primeira coisa em que reparei foi o quão mais baratos os carros são aqui que em Portugal. Eu sempre achei os carros usados caríssimos em Portugal, mas isto trouxe à luz o quão roubado o tuga médio é quando compra um carro. Para terem uma ideia, um familiar meu tinha comprado um carro por 5000€ (valor ajustado ao mercado) pouco antes de me mudar para cá. O mesmo carro, mesmo ano, mesmo trim level, com menos quilómetros, aqui custava 750£. Telefonei-lhe a gozar com ele, foi incrível.
Então decidi que o meu orçamento seria os tais 10k que pretendia originalmente dar como entrada. Deixei de parte a ideia do hot hatch para poder comprar algo mais recente, pois queria um carro com 2 ou 3 anos no máximo. Este limite não era tanto por cagança, mas porque queria apostar mais na fiabilidade do que noutros aspectos. Um carro mais novo, com menos quilómetros, tem uma probabilidade menor de me dar problemas no início, o que me compra tempo para conhecer o panorama de oficinas aqui à volta, o que esperar do seguro, etc. Pequeno, novo, simples, fiável; fui à caça
Há um conjunto de coisas a ter em atenção quando se procurar um carro usado:
Curiosamente, acabei por comprar o meu carro no mesmo stand onde fui antes, ao mesmo vendedor que me tinha entregue a triste notícia sobre o financiamento. Ele ficou impressionado por me ver de volta, mas a vida tem dessas coisas. Apenas fiz um test drive, e comprei imediatamente o carro. Pode parecer precipitado, mas:
bom negócio. Um bocadinho acima do valor de mercado segudo o autotrader, mas nada de muito preocupante.
Ficou marcado ir levantar o carro dali a 2 dias, e entretanto teria de tratar do seguro. Eu já tinha feito algumas simulações de seguros, portanto sabia o que esperar, mas mesmo assim achei caro: quase 1000£ ano para o seguro de um carro pequeno. Entretanto tenho explorado melhor o assunto, e parece que o mercado de seguros no UK sofre de graves problemas:
Para tornar o sistema verdadeiramente insultuoso, há seguradoras que oferecem potenciais descontos se instalarmos no carro um tracker da sua eleição [4]. Ou seja: cobram o que quiserem e ainda querem saber onde ando e a que velocidade ando, e se eu conduzir "bem" segundo lá os critérios deles, fazem-me um desconto; se não gostarem da minha condução sobem-me o preço. Naturalmente, mandei-os passear e paguei mais por um seguro sem tracker. Honestamente, acho a mera proposta de me deixar espiar por um potencial desconto no seguro nojenta: é o reflexo de um sistema profundamente partido. Ninguém diz a um português o que é conduzir "bem", caralho.
O seguro do carro trata-se todo online, o que para mim é muito estranho, e até se pode verificar online se o carro tem seguro [5]. Os comparadores de preços [6] são nosso amigos, mas cuidado com eles por vezes; já li casos de pessoas que tiveram apólices canceladas por tentarem muitas comparações com detalhes ligeiramente diferentes (infelizmente não encontrei uma ref para esta, mas penso que foi no /LegalAdviceUK). Correndo o risco de me repetir, o sistema de seguros auto aqui está profundamente desregulado e a precisar de alguém com tomates para o resolver. Certamente não será o BoJo.
No dia em que levantei o carro:
Dias depois recebi o novo V5C em meu nome. O V5C é uma espécie de livrete, ou "documento único" se formos modernos, mas ao contrário do livrete nunca deve andar no carro pois é muito fácil transferir o V5C para outro nome sem intervenção do dono anterior. Mais curiosamente ainda, o V5C não prova propriedade do carro, apenas quem é o "registered keeper" dele. Por outras palavras, a minha única forma de demonstrar que sou dono do carro é a factura que me deram quando o comprei. Neat.
Sentei-me no carrito, carreguei no botão para arrancar o motor pensando "que modernice", e ele lá acordou. Curiosamente, só nesta altura é que me ocorreu: se calhar não era uma má ideia ir ler sobre as regras da estrada aqui. Sorte a minha, o governo tem a totalidade do Highway Code [8] disponível no site, e tenho-o lido aos bocadinhos. Mais sobre isso no próximo capítulo.
Curiosamente, não é preciso termos connosco nenhuma documentação quando conduzimos [9]. Os Ingleses têm uma abordagem diferente da nossa no que toca à documentação; é tudo guardado em bases de dados do governo, e eles só precisam de verificar a matrícula contra a base de dados para saber se está tudo bem. O condutor apenas precisa de ter a carta de condução, e alguma identificação por conveniência. Eu pessoalmente costumo ter o cartão de cidadão e a carta de condução. Idealmente teria o passaporte, mas evito andar com o passaporte no bolso, e o cartão de cidadão deve ser mais do que suficiente como identificação até no mundo pós-brexit. Na realidade penso que a carta de condução por si chegaria, mas mais vale estar seguro né?
Virei proprietário do meu próprio veículo! Mais um, porque nunca vendi o bolinhas que está em Portugal.

Conclusão

Tenho que confessar que estou impressionado pela positiva com a experiência que foi comprar um carro no UK. O processo foi muito mais simples do que esperava, e praticamente tudo se tratou no stand na hora da compra. Até o seguro podia ter ficado logo resolvido, mas eu preferi fazer em casa com mais algum controlo sobre isso. Nota-se que é um sistema muito mais polido que em Portugal, pelo menos na minha experiência.
A minha relação próxima com a condução começa a entrar, infelizmente, em rota de colisão com o status quo: vivemos num mundo que cada vez menos suporta o transporte individual. Há gente a mais no mundo, e há carros a mais no mundo, há fumo a mais no mundo. Na realidade, há "a mais no mundo" de quase tudo o que é mau, pessoas incluídas. Sinto que esta minha necessidade de conduzir vai brevemente bater de frente contra a necessidade global de cortar no transporte individual a favor de transportes colectivos. Até lá, vou aproveitar as espectaculares estradas de campo aqui à volta, particularmente a horas em que não estejam completamente congestionadas. Fiquem de olho, o próximo capítulo vai falar sobre a experiência que é conduzir no UK, e como é que difere do que eu esperava.
Desta feita apontei para um post mais curto que o anterior, que essencialmente parte este assunto em dois: este primeiro cobre o processo de como (e porquê) comprei o carro, e o seguinte vai cobrir a experiência de conduzir em si. Notei que o engagement no capítulo 1 foi menor que nos posts anteriores, e suspeito que ler uma epopeia tão longa não ajuda; digam-me nos comments se tenho razão.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.

Referências

Capítulos Anteriores

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2018.12.17 04:47 Xauzinho RESUMO BEM RESUMIDO DO SALLY FACE

Sally face, Capítulo 1 Sally conversa com seu psiquiatra sobre seu sonho relacionado ao acidente, seu rosto e a morte da sua mãe, após isso, é iniciado o capítulo 1: "vizinhança estranha" onde o sally entra em um flashback do momento em que ele se muda para um prédio bem estranho, lá ele encontra um homem obeso (charley) que é completamente tarado por bonecos, Sally nota que um deles está coberto de sangue, após isso, ele faz uma investigação em um dos quartos,onde ocorreu um assassinato,(sra. Sanderson) com a convicção que haja alguma relação entre os fatos, Ao encontrar os mesmos bonecos na casa da sra sanderson, charley foi acusado e preso sendo culpado pelo crime, o Sally no fim encontra o cadáver da senhora sanderson
Capítulo 2 Sally tem um flashback/pesadelo com a mãe, o acidente com a mãe e seu rosto ensanguentado, após isso o jogo retorna ao prédio, ele é chamado para desentupir um banheiro, é engolido pelo vaso (?) e encontra um pônei no esgoto (????),após a cena sally se depara com o assassinato da sra Sanderson.Após isso ele acorda,era um pesadelo, e o jogo recomeça.Larry mostra a casa na árvore e fala do seu pai,que desapareceu.Após alguns diálogos ele conhece todd, um nerd que acredita em suas palavras sobre espiritos, eles bolam uma modificação do "gameboy" que se comunica com espíritos, a cada espirito que ele encontra, um jogo é liberado em seu gameboy, os jogos revelam uma história de cultos ,magia e um espírito poderoso que está presente, no fim do capítulo, ele termina de contar isso ao seu psciquiatra, e ele intrigado acaba indo na casa da arvore atrás de respostas, ele acaba morto.
Capítulo 3 é o episódio da mortadela com carne humana, a galera da escola tava comendo mortadela de carne humana,feito pela Sra Packerton, além disso o sally tem alguns contatos com algum tipo de ser "me encontre no quarto branco"
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2018.07.24 19:20 albfreitas 10 Comportamentos Estranhos de um Autêntico Empata

u/albfreitas
Autêntico Empata. Você descobriu que você pode ser um empata e quer saber os sinais exatos

Autêntico Empata

– nem tudo é ruim, você sabe! Depois de aprender os truques da proteção psíquica, você achará muito mais fácil navegar neste mundo sem ser energeticamente pressionado o tempo todo.

1. Você assume a energia de outras pessoas

Você realmente não pode evitar.
Este é o traço chave do empata.
– você pode sentir essa raiva literalmente queimando sua aura.
Alguém é negativo e temeroso
– você afunda com eles, e parece que você não pode evitar!
Soa familiar?
A boa notícia é que, quando você se conscientizar de que isso não é normal (os não-empáticos não fazem nada disso), então você está a meio caminho de encontrar uma solução para isso. Quem quer estar vibrando com as emoções das outras pessoas o dia todo?
É cansativo.

2. Intuição Natural Alta

Você tem intuição em espadas, mas não é todo mundo?
Na verdade não, como um empata você tem habilidades únicas que os outros não parecem ter.
Ser um empata é um pouco como ser inteligente, exceto pelo fato de que os clientes sensíveis percebem as coisas sem “pegar” a emoção.
Como um empático, como um clarisciente, você sente as coisas psiquicamente.
Você sabe o que os outros estão sentindo apenas olhando para eles.
Você conversa com eles e pode conhecer suas intenções sem ouvi-los de seus lábios.
Você entende como eles estão pensando, como se fossem uma extensão de si mesmo. Isso é fácil.
Você sabe o que você sabe. Sua intuição dispara em todos os cilindros.

3. As pessoas drenam você facilmente

Isso pode ser um problema para você.
Quando em torno de outras pessoas, você está dando tanto que você enfrenta emoções ou problemas, mas fica cansado como resultado disso.
Se você está fazendo isso todos os dias, voluntariamente dando energia para ajudar os outros, você descobre que não tem muita coisa para si mesmo.
Você se torna cada vez mais esgotado e talvez irritado, irritado ou sentindo-se francamente usado.
Algo tem que dar.
A resposta é recuar e parar de se entregar tão facilmente.
Somente dê para aqueles que têm o direito de tomar, como suas pessoas próximas. Tome mais tempo para si e mime-se. Coloque-se em primeiro lugar por um tempo.

4. Você atrai pessoas quebradas

Outras pessoas podem sentir dando às pessoas e tentar iniciar uma amizade.
As pessoas podem se aproximar de você em locais públicos, no trabalho, etc, porque você está enviando uma mensagem para o universo que você vai dar tempo a estranhos, ouvir e oferecer-lhes algum alívio. Isso é legal, não é?
Talvez até você ficar sem tempo e energia.
Quando um empático começa a ignorar estranhos com problemas, como mágica, eles param de se aproximar de você.
Eles não sentem que você está aberto para os negócios, com um grande ombro para eles chorarem.
Esta atividade irá parar.
Você não foi colocado nesta terra para curar todas as pessoas que vêm em seu caminho (veja o ponto 3 para o porquê).

5. Multidões Afetam Você

Isso pode parecer estranho, mas não com empatia.
Salas lotadas, eventos, ruas ou festas podem enviar seus sentidos para uma confusão enorme e sobrecarregada, com emoções simultâneas vindo de todas as direções.
Soa como um pesadelo, sim?
Com a blindagem correta (recomendo o uso de pedras de proteção), essa energia é praticamente anulada.
Você pode sentir o humor das pessoas ou a energia predominante enquanto elas passam por você.
Uma pessoa agressiva passando pode sentir um soco energético ou dar um tapa na cara ao passar por você. Uma alma mais suave não emitirá tal soco e parecerá quieta em comparação.

6. A localização da vida é importante

Alguns empatas podem sentir a dor do mundo, como uma maldição.
Outros estão conscientes da energia da cidade ou da vizinhança em que vivem.
Muitos empates acabam vivendo em áreas menores, onde a energia da população é menor.
Vivendo em uma área muito animada, como uma área jovem e quadril, ou uma área de crime, ou uma área densamente povoada, pode drenar o empata.
Como um empata, você não ama apenas um país caminhando em um lugar solitário para recarregar essas baterias?

7. Você é muito sensível

Isso é um dado. Você não gosta de ver qualquer coisa viva em dor ou sofrimento porque sofre ao lado deles.
Alguns empáticos podem até sentir sintomas físicos coincidindo com o que os outros estão passando.
Se a violência na TV for extrema, você pode simplesmente mudar de canal.
Se houver uma cena desagradável, uma discussão ou alguém estiver sendo intimidado, você pode até sair da sala se não puder ajudá-los.
Você não quer ver ou sentir isso.

8. Você pode ver muitas mentiras

“Mentiroso, mentiroso, calças em chamas”.
Este fica velho, não é? Você sabe que eles estão mentindo.
Você não sabe como, mas você sabe disso imediatamente.
Eles não podem ver que você é um empata?
Quem eles pensam que estão enganando?
Você agüenta isso e não deixa transparecer, porque nem sempre é possível provar isso.
Mas você sabe em quem confiar e quem não deve.
É fácil na verdade.
Essas mentiras são tão juvenis.
  1. Cura emocional é seu presente
Através de sua compaixão e tempo gasto entendendo as aflições dos outros, você está curando-os.
Sim, este é um dos seus dons.
Este relaciona-se com o ponto 4.
É por isso que você atrai todas as pessoas que querem a cura.
Você pode realmente ajudar seus entes queridos através de dar este dom de ouvir e verdadeiramente compreensão e carinho.
Nem todo mundo faz isso para as pessoas. Use este presente quando for necessário.
Você aprenderá quem curar e quem sair.
Mas Algumas pessoas vão se curar e depois seguir em frente e chutar você nos dentes.
Discernir quem são seus amigos verdadeiros antes de oferecer este presente incrível.
Você tem algo real para oferecer ao mundo, então entenda o seu valor, mas porque vale muito a pena.
Não se subestime se você é um empata.
As pessoas matariam para serem suas amigas e curariam cada vez que conversarem com você.
Mas então você já sabe disso. Portanto, mas tenha cuidado com quem são seus verdadeiros amigos e quem apenas quer receber seu presente.

10. Os empáticos ignoram seus próprios problemas

Por fim, você é um especialista em ignorar seus próprios problemas, mas sobre os quais precisa falar.
Você está tão ocupado curando os outros que nunca consegue falar o que precisa.
Você carrega o peso de seus problemas junto com os seus. Mas Quando é o seu tempo de cura?
Você sabe que é forte e ótimo com problemas, mas você está suprimindo todas as suas próprias coisas, em favor de ajudar todos os outros?
Você pode dispensar isso e nem perceber.
Mas, certamente, em algum momento ou outro, você pode se encontrar em colapso.
Todas essas emoções reprimidas e problemas têm que surgir para a cura em algum momento.
Aprenda a cuidar de seus próprios problemas quando eles surgirem.
Não os coloque dentro de você para que você possa cuidar dos outros sem parar.
Tire um dia, diabo uma semana, para resolver-se como você vai. Mas Desta forma, você não vai derreter, explodir ou quebrar em algum momento no futuro.
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